Quer saber o que achamos do novo filme de Spike Lee?
Confira:
Um abraço e uma semana cinematográfica para todos nós!
Vídeo publicado em 21 de Junho de 2020 por Roberto Siqueira e Thyago Bertoni
Quer saber o que achamos do novo filme de Spike Lee?
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Um abraço e uma semana cinematográfica para todos nós!
Vídeo publicado em 21 de Junho de 2020 por Roberto Siqueira e Thyago Bertoni
Desta vez, eu e o Thyago Bertoni conversamos sobre o essencial documentário de Ava DuVernay.
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Um abraço e uma semana cinematográfica para todos nós!
Vídeo publicado em 14 de Junho de 2020 por Roberto Siqueira e Thyago Bertoni
No vídeo de hoje, eu e o Thyago Bertoni conversamos sobre o filme estrelado por Wagner Moura que retrata a vida de Sérgio Vieira de Mello.
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Um abraço e uma semana cinematográfica para todos nós!
Vídeo publicado em 07 de Junho de 2020 por Roberto Siqueira e Thyago Bertoni
No quinto vídeo sobre filmes disponíveis via streaming, convidamos nosso grande amigo Hector Colacelli para falar sobre o controverso longa de Darren Aronofsky.
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Um abraço e uma semana cinematográfica para todos nós!
Vídeo publicado em 31 de Maio de 2020 por Roberto Siqueira e Thyago Bertoni
Quer saber o que eu e o Thyago Bertoni achamos de “Resgate”?
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Um abraço e uma semana cinematográfica para todos nós!
Vídeo publicado em 24 de Maio de 2020 por Roberto Siqueira e Thyago Bertoni

E se não tivéssemos controle sobre nossos destinos? E se tudo já estivesse decidido, não importa o caminho que escolhermos? Em sua estreia, o diretor Ari Aster inicia Hereditário nos colocando essa dúvida. Lentamente, a câmera se aproxima da maquete da casa da família Graham e nos transporta para o quarto do filho. E assim ele nos mostra o que os aguarda. Serão apenas marionetes, conduzidas por algo além de sua compreensão, os levando para um fim inevitável.

Junto com A Bruxa e Corra!, Hereditário faz parte de um tipo de terror que estava esquecido nos cinemas. Nos últimos anos, surfando na onda de Atividade Paranormal, veio uma série de filmes, onde o terror se resumia a sons surgindo de repente ou aparições fantasmagóricas pulando na tela. Subterfúgio apenas para assustar e provocar saltos na cadeira, mas sem acrescentar nada para a história. Hereditário e os outros exemplos citados no começo do parágrafo vão na contramão. Um terror totalmente psicológico e menos baseado em “jump scare”, com ênfase na história que está sendo contada. Para mim, “jump scare” nada mais é do que uma trapaça. Uma técnica preguiçosa. Um clichê do terror moderno.
Praticamente não existe essa técnica em Hereditário. A câmera se move organicamente, como se fosse o olhar do personagem. Isto auxilia a nossa imersão no filme. A adrenalina dispara com o que pode vir a ser mostrado. Ou não. E vem o susto. Ou o alívio. Sem barulho. Sem nada pulando na tela. Sem trilha sonora mudando de repente para nos induzir com o que vem a seguir.
Fazendo uma analogia bem boba, não sei se isso acontece só comigo. Imaginem que do nada vocês pensem “nossa, será que eu perdi minha carteira?”. A mão vai lentamente até o bolso. Os alertas do corpo começam a disparar. Quando a mão chega, vem o desespero ou o ufa! A sensação assistindo Hereditário é praticamente essa durante toda a película.
Hereditário é considerado o melhor filme de terror de 2018, e um dos destaques de forma geral do ano. Sua ausência na temporada de premiações foi sentida. Toni Collette ser ignorada foi uma tremenda injustiça. Sua atuação como Annie é fantástica, retratando o medo, o desespero, e por fim de resignação, quando percebe que não tem o controle de sua vida. Atuação que tinha tudo para ser caricata. Mas em nenhum momento chega a esse ponto. É possível sentir o terror vendo sua atuação.
A atuação de todos deve ser ressaltada. Milly Shapiro, em sua estréia, como Charlie, a caçula da família. Seu silêncio e olhares nos deixam intrigados. Alex Wolff, interpretando Peter, o filho mais velho, tem momentos memoráveis, como a cena do carro e sua atitude transtornada. Mesmo Gabriel Byrne, como Steve, o pai da família, que em um primeiro momento possui uma atuação mais centrada, mas que faz todo o sentido para o filme. Ele é o único que não possui laços de sanguíneos com a família de Annie, e por isso é cético e racional com o que passa ao seu redor. Destaque também para Ann Dowd como Joan, que nos momentos em que aparece, prende nossa atenção.
O filme se inicia no funeral da avó. Lá somos apresentados à família Graham, e passamos a ter ciência de alguns de seus desentendimentos. E conhecemos alguns estranhos amigos da avó. Em conversas em um grupo de auxílio para superar o luto, descobrimos os problemas psicológicos que afligem os membros da família. Bem, desse ponto em diante, é ladeira abaixo para a família. Se não viu o filme ainda, recomento parar por aqui.
Há momentos chocantes. A cena da morte da filha caçula, uma reviravolta a la Psicose (guardadas as devidas proporções), já que tudo levava a crer que ela seria a personagem central. A reação do filho. A câmera focando seu rosto, catártico. Apenas som ambiente, iluminado somente por uma luz quase sobrenatural do painel do carro. E a forma que o corpo é descoberto pela mãe. A dor sentida e sua demonstração. Arrepia. Temos ainda a utilização de tabuleiros ouija, aparições sobrenaturais, corpos. E tudo sem um “jump scare” sequer.

E o final é uma catarse. O filme entra em um momento “gore”. Impossível focar em outra coisa além do que ocorre na sua frente. E o choque quando o filme termina. Demora uns minutos até que consigamos voltar para a realidade. Recomendo permanecer no sofá por alguns instantes, respirar fundo, pensar em coisas boas. Se submergir sem um período de descompressão, a chance de continuar vendo vultos em cantos escuros é enorme.
Outra característica é que não há uma interpretação definitiva a respeito do que acabamos de vivenciar no filme. Há outras leituras que podem ser feitas. Será que tudo foi verdade, ou eram apenas reflexos dos problemas psicológicos enfrentados pelos membros da família? Outra interpretação é que o filme trata das cicatrizes familiares. De não saber lidar com luto ou com perdas. Dos problemas de relacionamento a doenças psiquiátricas. E com o fato de não saber lidar com as dificuldade e problemas que vão surgindo, mesmo que as vezes aleatoriamente. E se a unidade familiar não é firme, ocorre a implosão.
Ari Aster não deixa pontas soltas. Está tudo lá. Assim como em O Sexto Sentido, em um primeiro momento pode não fazer sentido o que estamos vendo, mas depois ao rever o filme e ler a respeito, tudo fica claro. Dos símbolos que aparecem ao longo do filme, dos diálogos que podem parecer irrelevantes, as palavras na transição das cenas, que parecem aleatórias. Tudo nos guia para o final. O destino da família já estava traçado. Impossível fugir de sua hereditariedade.
Tem vídeo novo no nosso canal e desta vez é um combo de dois documentários indicados ao Oscar 2020.
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Um abraço e uma semana cinematográfica para todos nós!
Vídeo publicado em 17 de Maio de 2020 por Roberto Siqueira e Thyago Bertoni
Tem vídeo novo no nosso canal.
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Vídeo publicado em 10 de Maio de 2020 por Roberto Siqueira e Thyago Bertoni

Antes de começarmos, vale destacar dois pontos:
1) Para mim, Os Últimos Jedi é o melhor filme dessa nova trilogia e um dos melhores da saga Star Wars;
2) Vai ser impossível fugir dos spoilers. Então se você ainda não viu, deixa esse texto para depois. Pensando bem, se você não viu ainda, você não é tão fã de Star Wars. Não veja o filme e guarde o que há de melhor de Star Wars na sua memória.
Depois dessa introdução, acho que já deu para ter uma ideia de como me senti depois de assistir ao filme.
Mas antes de começar a minha jornada até o Lado Negro, vou fazer um elogio, com uma pitada de ironia. A Ascensão Skywalker me fez apreciar melhor a trilogia prequel. A trilogia possui diversos defeitos, principalmente quanto as atuações e aos diálogos, mas George Lucas tinha um planejamento. Ele sabia onde queria chegar. E temos ai o principal problema da nova trilogia. Se algum dia eu rever A Ascensão Skywalker (esse dia chegará), e conseguir enxergá-lo como algo independente, creio que vá gostar do filme. Mas como encerramento de uma trilogia, ou ainda da forma que foi vendido, como o encerramento da saga Skywalker, ele é falho. Faltou à Disney / Lucasfilm um planejamento.
Começa com o fato de que muitos dos acontecimentos da nova trilogia não são ditos de forma explícita nos filmes. Ai alguém pode me falar: “Ah, mas você tem que ler os livros, ver os desenhos, ver as séries, ler as HQs…” Na boa, não quero ter que fazer pós-graduação para assistir Star Wars. Na sequência temos os personagens aleatórios ou mal aproveitados (ou criados para vender bonequinhos). Capitã Phasma provou ser apenas um visual cool. Maz Kanata surgiu em O Despertar da Força e pareceu que seria uma personagem relevante para a junção das duas trilogias, mas só ficamos com perguntas sem resposta (vindo de J .J. Abrams isso é normal, Lost está aí pra nos lembrar). E por último, os Cavaleiros de Ren. Quem são? De onde vieram? Do que se alimentam? Como se reproduzem? Em A Ascensão Skywalker tudo seria revelado. E foi. Não do jeito esperado. Simplesmente eles são os amigos roqueiros do Kylo Ren que surgem para brigar com ele depois que se converteu e virou crente.
Bem, acho que deu para perceber que será mais um desabafo do que uma crítica. Vou tentar separar em três partes: o impacto na nova trilogia, o impacto na saga e o filme como algo independente, sendo que somente neste último será possível tirar algo bom.
Não creio que a culpa seja inteiramente de J. J. Abrams, mas com certeza ele tem a sua parcela. A culpa recai principalmente na Lucasfilm com a pressa em lançar os filmes, aliada a falta de planejamento. Sobre J. J., recai principalmente as indiretas. Sim, o filme é recheado de recadinhos para Rian Johnson e seu Os Últimos Jedi. Pode-se dizer que A Ascensão Skywalker é a continuação direta de O Despertar da Força. Tudo o que foi estabelecido em Os Últimos Jedi foi ignorado, das histórias contadas aos personagens apresentados. Rose Tico se tornou irrelevante, uma vitória dos fãs tóxicos. A Manobra Holdo, algo importante no clímax de Os Últimos Jedi, foi banalizada em um diálogo. O capacete de Kylo Ren, cuja destruição no filme anterior foi importante para a jornada do personagem, foi reconstruído apenas para atender a um capricho do diretor. No meio do filme a peça voltou a ser ignorada por Kylo Ren. A própria jornada de Kylo Ren sofreu uma guinada para pior. Enquanto que em Os Últimos Jedi ele se ergue como o novo Líder Supremo, deixando para trás seu passado, aqui ele volta ser um subalterno, com uma redenção esperada, mas que poderia ser de outra maneira. Quanto aos recados a Rian Johnson, o maior deles foi com a aparição de Luke Skywalker. Enquanto em Os Últimos Jedi ele foi desconstruído, mas obtendo a redenção em seu ato final, aqui ele reaparece apenas para prestar respeito ao sabre de luz, desfazendo seu ato inicial de Os Últimos Jedi, e realizar um ato grandioso, com trilha clássica ao fundo, mas que é apenas um fan service. Toda sua jornada foi destruída. O raciocínio de J. J. para o personagem é que em 30 anos, ele não mudou nada, não passou por dificuldades, não teve sua escola destruída etc. É o mesmo Luke de O Retorno de Jedi. Mas pra mim especialmente, o mais doloroso foi a destruição do lindo final de Os Últimos Jedi, onde um garoto utilizava a Força, se portava como um Jedi, mostrando que a Força pode estar em qualquer um. Mas fomos enganados. Só uma classe de privilegiados consegue se destacar, principalmente se for um Skywalker, a agora, uma Palpatine.
E isso nos leva para o impacto do filme na saga. Qual a finalidade de trazer de volta o Imperador Palpatine? Algo totalmente equivocado. Ao fazer isso, todo o sacrifício de Darth Vader foi jogado no lixo. A profecia sobre Anakin Skywalker foi descartada. Qual o problema com a Rey ser ninguém? Ela tem que ter sobrenome para ser relevante na saga? Detalhe sobre a volta de Palpatine. O áudio citado no letreiro inicial apareceu pela primeira vez em uma partida de Fortnite. Ou seja, não basta ser pós-graduado para entender, tem que participar de atividades complementares.

E por último, o filme em si. Se no começo, com a volta de Palpatine, as milhares de naves surgindo do nada, ele não te ganha, bem-vindos ao clube. A coisa não irá melhorar.

Snoke era simplesmente um clone, e Palpatine falava através dele. Ai me veio uma questão. Se Snoke era Palpatine, e em Os Últimos Jedi, no duelo na sala do trono, é revelado que foi Snoke que criou o “skype” da Força entre Rey e Kylo Ren, como é que Palpatine não sabia da díade da Força entre os dois. O que é díade da Força? Acho que perdi essa aula. Daí em diante, é uma correria só.
A busca por artefatos é frenética, e a preguiça do roteiro não ajuda em nada. Do nada, as soluções aparecem para os personagens, e logo estamos no final do filme, sem saber como chegamos do ponto A ao ponto B.
Poe foi transformado num Han Solo genérico. Por que ele simplesmente não pode ser apenas o melhor piloto da Resistência? Ou se querem dar um background ao personagem, que façam algo melhor elaborado. Foi inserida uma personagem feminina, oriunda do passado de Poe, apenas para transformá-lo em um garanhão e contar que ele era um contrabandista de especiarias. Mas sabemos o motivo da inserção dessa personagem.

Finn não teve um tratamento melhor. Não evoluiu. Sua tentativa de sacrifício em Os Últimos Jedi, que marcaram um avanço no arco do personagem, não foi ressaltada. Muito menos sua relação com Rose. Era o mesmo Finn de O Despertar da Força. E ainda tem o diálogo “…Rey, preciso te falar algo”, que nunca é dito (e a reação de Poe neste momento, que poderia ter ido para outro caminho, mais natural). Nem o encontro com outros desertores da Resistência engrandece o personagem. Na realidade o diminui. Aparentemente, a deserção de Finn e dos outros não foi algo consciente. Foi uma mensagem da Força. No Star Wars que eu me recordo, a Força não interfere no livre arbítrio dos personagens. Mais uma aula que eu perdi.

E chegamos na Rey. O meu desalento com a personagem é basicamente no fato de pra que transformá-la numa Palpatine? Ela não saber o seu passado, ou ser ninguém, e mesmo assim aceitar e lutar para criar o seu futuro, e ser alguém ao final, é algo engrandecedor e passa uma mensagem poderosa. Mas decidiram seguir por outro caminho. A Rey independente não existe mais. Agora ela tem um par romântico e alguém para ajudá-la na batalha final. E um beijo. Desnecessário. Deve ter ocorrido uma união estável, já que agora ela é uma Skywalker. Ao menos ela herdou umas terras em Tatooine.
Mas para não ficar só nas coisas ruim. A melhor coisa do filme é a interação entre Rey, Poe e Finn. É algo natural entre eles e agradável de se ver, e por isso entendo as críticas em Os Últimos Jedi pela falta de tempo de tela com os três juntos.
Voltamos a nossa programação normal. Senti falta de momentos “wow”. Os momentos em que isso poderia ocorrer estão nos trailers do filme e diminui seu impacto. Vai ser impossível não comparar com Vingadores Ultimato. Inclusive, diversos momentos do filme são copia e cola do sucesso da Marvel. A chegada das naves no momento em que a esperança de vitória diminui (os portais em Vingadores), a frase final de Rey é praticamente igual ao ato final do Homem de Ferro. E ao contrário de em Ultimato, não causa nenhum impacto emocional. O plano para a batalha final é “genial”. Pra que levar naves, que serão identificadas. Vamos levar cavalos e atacar os naves da Ordem Final enquanto elas alçam voo. Bastava o piloto da nave dar uma leve guinada. Problema resolvido.

Os atos do filme não possuem consequências. Vai ser extensa essa lista. Chewbacca morre, é mentira. C-3PO tem a memória apagada. A despedida é emocionante. Ele recupera a memória. Kylo Ren morre, revive, morre de novo, volta, morre de vez. Incrível como ninguém que cai em buracos abismais na saga Star Wars continua morto. Além disso, ele banaliza a Estrela da Morte. Na falta de uma, agora há milhares de naves com o poder de fogo de uma Estrela da Morte. Para demonstrar seu poder, a Ordem Final (a antiga Primeira Ordem, longa história, faltei na aula) decide destruir um planeta. Resultado: é destruído um planeta qualquer que apareceu no filme mas que causa zero comoção.

Ai chegamos no final. De volta a Tatooine onde tudo começou. Esse era o momento para escorrer a lágrima. Mas no meu estado, foi impossível. Primeiro: Leia nunca pisou em Tatooine. Não tinha relação nenhuma com o planeta. Qual a explicação para enterrar o sabre de luz dela lá? E por último, a pergunta para Rey. Qual o seu nome?, questiona uma andarilha. Rey, ela responde. E seu sobrenome?, novamente a andarilha. O que podia ficar pior fica. Rey Skywalker. Imagina se ela fala “somente Rey”. Olha o poder disso. Uma pessoa que aceitou seu passado, enfrentou o presente e viverá em paz o futuro. Mas, como nesse ponto e em diversas soluções do roteiro, decidiram dar ouvido aos fãs tóxicos da saga. Ao invés de tentar fazer algo diferente, miraram na mesmice. E pelo menos para mim, e creio para diversos outros fãs, só desagradou.

Para os que chegaram até aqui, acho que não foi bem uma crítica. Foi mais um desabafo. Como eu disse na minha apresentação aqui no blog, a minha ideia era retratar as sensações, os diálogos internos que tenho assim que vejo um filme. Essa crítica foi difícil para sair. Assisti ao filme em Dezembro nos cinemas. Somente agora consegui finalizar. Eu queria gostar do filme. Queria sair feliz do cinema. Queria ter coisas boas para falar. Mas…
E até agora não tive coragem de rever o filme.

Nestes dias difíceis de isolamento para boa parte da população mundial as plataformas de streaming cresceram ainda mais em importância no mundo do entretenimento, funcionando não apenas como uma alternativa para suprir a falta dos cinemas (e que falta faz ir ao cinema!), mas também como uma excelente válvula de escape para as tensões que já enfrentamos no cotidiano.
São várias as boas opções de serviço de streaming disponíveis hoje no mercado com excelentes catálogos para todos os gostos, que trazem desde lançamentos até filmes clássicos, passando por bons filmes em praticamente todos os gêneros e para todas as idades.
Sendo assim, eu e o Thyago Bertoni resolvemos entrar também na onda e comentar sobre filmes que estão fazendo algum tipo de sucesso via streaming. A ideia é escolher um filme por semana para assistir e divulgar o vídeo com nossos comentários em nosso canal.
Esperamos que curtam a novidade e caso tenham alguma sugestão de filme disponível via streaming, fiquem à vontade para indicar nos comentários abaixo.
Um abraço e uma semana cinematográfica para todos nós!
Vídeo publicado em 03 de Maio de 2020 por Roberto Siqueira e Thyago Bertoni