Ebert (1942 – 2013)

Amigos cinéfilos,

Não tenho palavras neste momento tão triste para a história da crítica cinematográfica. Fiquei chocado ao abrir o Google e ver a notícia que qualquer cinéfilo não gostaria de ler. Sendo assim, só posso indicar dois textos de pessoas sensíveis e capazes de expressar o que qualquer bom fã de cinema está sentindo neste momento. O primeiro, do meu mentor Pablo Villaça; o segundo, do meu grande amigo Achilles.

Mestre Ebert, você era simplesmente o melhor!

Obrigado por tudo.

Texto publicado no fatídico 04 de Abril de 2013 por Roberto Siqueira

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