Qual seria seu nome indígena?

Após assistir ao lindo “Dança com Lobos”, fiquei pensando qual seria o meu nome se eu fizesse parte da tribo Sioux. É irresistível pensar nisto ao ver nomes como Pássaro Esperneante, Vento nos Cabelos e De Pé com Punho. Por isso, resolvi publicar a brincadeira e dividir com vocês.

Se meu nome fosse baseado nos tempos de bebê, talvez me chamassem de Lágrima nos Olhos, pois, segundo relatos de meus familiares, eu era uma criança que tinha enorme facilidade em derramar lágrimas, apesar de não chorar com freqüência. Confuso? Vou explicar melhor. Basicamente, eu era um bebê que dificilmente chorava, mas quando chorava, era com lágrima e tudo. Já os meus áureos tempos de adolescência e juventude poderiam me render o nome de Gel no Cabelo, pois dificilmente eu deixava minha casa sem este acessório, que garantia um upgrade em meu visual – e ainda hoje utilizo tal artifício para sair com um visual mais condizente com a bela esposa que tenho. Mas se o nome fosse escolhido com base nos dias atuais, com certeza eu seria chamado de Espirro da Manhã, graças à minha incurável rinite alérgica que tanto me castiga em todos os dias da minha vida.

E você? Com base nos engraçados nomes de “Dança com Lobos”, qual seria o seu nome indígena?

Um abraço.

Texto publicado em 30 de Novembro de 2010 por Roberto Siqueira

Retomada da Videoteca: Anos 90

Após uma longa pausa para a divulgação de duas semanas especiais (Chaplin e Nova Hollywood), a Videoteca voltará com tudo nesta próxima semana, quando finalmente iniciarei os anos 90, certamente aqueles que têm a maior quantidade de filmes que marcaram a minha adolescência e a minha geração. Confesso que estou ansioso para rever (e escrever sobre) filmes como “Seven”, “Coração Valente”, “Um Sonho de Liberdade”, “Pulp Fiction” e tantos outros.

Aguardem!

Um grande abraço.

Texto publicado em 27 de Novembro de 2010 por Roberto Siqueira

Qual seu filme catástrofe favorito?

Estes dias estava assistindo novamente “Independence Day” (cotação 3 estrelas em 5, caso alguém tenha interesse) e pensei: porque mesmo com tantos problemas (e o terceiro ato é péssimo) eu ainda acho este filme razoável? A resposta é simples. Como quase todo ser humano, eu realmente gosto de ver uma bela cena de destruição e de pensar em como as pessoas reagiriam diante de uma ameaça de extinção como esta. E olha que em “Independence Day” as cenas de destruição nem são tão formidáveis como as que vimos em filmes posteriores. Por outro lado, a bela construção do clima de suspense antes do primeiro ataque colabora bastante para que eu goste do início do filme, o que infelizmente é jogado na lata do lixo após os ataques, quando o longa se transforma numa batalha aérea entre os EUA e os ET’s e ainda tem um discurso pífio do presidente dos EUA (Bill Pullman) pra completar.

Os filmes catástrofe aparentemente têm uma lógica peculiar, onde a morte de centenas, milhares ou até mesmo milhões de pessoas parece não importar caso o protagonista da história sobreviva (o que invariavelmente acontece). Normalmente, estes filmes não contam com narrativas muito elaboradas, apoiando-se nas fantásticas cenas de destruição para contar a história (o que é ruim). Ainda assim, não resisto e sempre dou uma conferida quando um filme do tipo aparece, muito por causa da minha curiosidade diante destes eventos trágicos, o que talvez seja um sentimento comum à maioria das pessoas.

Claro que não posso afirmar que gosto de todos os filmes do gênero, até porque explodir lugares famosos não é o suficiente para realizar um bom filme e, ainda que existam cenas de grande impacto, é preciso pelo menos um roteiro razoável e/ou alguns personagens interessantes para me conquistar, ainda que seja parcialmente (e neste caso, “Independence Day” tem alguns personagens interessantes, como o vivido por Will Smith). Mas esta não é a critica de “Independence Day”, portanto, vamos deixar de lado o longa dirigido pelo destruidor oficial de Nova York, Roland Emmerich, e focar no debate que interessa.

A questão é que eu realmente me interesso por filmes catástrofe, sejam aqueles em que a raça humana corre sério risco de extinção, como o bom “Guerra dos Mundos”, de Spielberg, ou o apenas razoável “O Dia Depois de Amanhã”, de Emmerich (olha ele aí de novo!), sejam aqueles em que apenas uma cidade está ameaçada, como é o caso da pequena Amity em “Tubarão” ou da cidade de Dante em “O Inferno de Dante”. Certamente, existem também aqueles filmes em que nada se salva, como a bomba “Godzilla” (e não me refiro às pessoas que são massacradas durante a projeção, mas sim aos aspectos que normalmente analisamos num filme, como narrativa, direção, atuações, etc).

Antes de perguntar a preferência de vocês leitores, saio de cima do muro e deixo registrada minha preferência. Se considerarmos “Tubarão” como um filme catástrofe, certamente ele é o meu favorito, pela forma como Spielberg constrói o clima de suspense, criando o pior dos inimigos em nossas mentes ao evitar mostrar o tubarão durante grande parte do longa. Mas se a definição “filme catástrofe” for aplicada somente aos filmes com ares apocalípticos, minha escolha seria “Guerra dos Mundos”, muito por causa da atmosfera caótica da primeira metade da narrativa. Pelo visto, Spielberg é meu diretor favorito neste quesito.

E pra você? Qual é o seu filme catástrofe favorito? Opine votando no quadro abaixo e comentando também!

*Caso seu filme catástrofe favorito não apareça no quadro, vote na opção outros e, se preferir, cite o nome do filme nos comentários.

Um abraço.

Texto publicado em 23 de Novembro de 2010 por Roberto Siqueira

100ª Crítica

A crítica divulgada ontem, que fechou a dupla semana especial “Nova Hollywood”, tem um sabor muito especial para mim. “A Conversação” foi a 100ª crítica divulgada na história do Cinema & Debate.

Diante desta marca importante, deixo um enorme obrigado a todos vocês leitores que prestigiam cada uma destas críticas. Tenham certeza de que cada uma delas é escrita com muito carinho e dedicação.

Estou orgulhoso!

Um grande abraço.

Texto publicado em 20 de Novembro de 2010 por Roberto Siqueira

Semana: Nova Hollywood

Nos próximos dias divulgarei críticas de dez grandes filmes da Nova Hollywood, importante movimento que, para muitas pessoas, marcou a época de ouro do cinema norte-americano. Quero deixar claro, como de costume, que a lista não representa os meus filmes favoritos do período ou aqueles que eu considero mais importantes, até mesmo porque muitos deles já tiveram críticas divulgadas na Videoteca do Beto, como A primeira noite de um homem, Tubarão, Taxi Driver, O Exorcista e O Poderoso Chefão. Trata-se apenas de uma seleção de bons filmes de mais uma época marcante da história do cinema.

Aproveito também para lançar a página “Nova Hollywood”, que você pode acessar na página inicial (lado direito da tela), onde faço um pequeno resumo sobre este movimento e descrevo suas principais características.

Espero que gostem.

Um abraço.

Texto publicado em 07 de Novembro de 2010 por Roberto Siqueira

Imagens: O Exorcista (1973)

Seguindo o projeto de atualização das críticas com imagens, chegou à vez da crítica do aterrorizante O Exorcista (1973) ser devidamente ilustrada. Vale lembrar que o texto permanece o mesmo do dia de divulgação.

Um abraço.

Texto publicado em 04 de Novembro de 2010 por Roberto Siqueira

Imagens: Doze Homens e uma Sentença (1957)

Seguindo o projeto de atualização das críticas com imagens, chegou à vez da crítica do excepcional Doze Homens e uma Sentença (1957) ser devidamente ilustrada. Vale lembrar que o texto permanece o mesmo do dia de divulgação.

Um abraço.

Texto publicado em 31 de Outubro de 2010 por Roberto Siqueira

Qual é a sua trilogia favorita?

Recentemente, em virtude das críticas da Videoteca do Beto, assisti novamente aos capítulos finais das excepcionais trilogias “De Volta para o Futuro” e “O Poderoso Chefão”, o que me levou a pensar nesta pesquisa. Nos dias de hoje é mais do que comum pensar em trilogias e, em alguns casos, o público já sabe que determinado filme terá duas ou mais continuações antes mesmo de assistir ao primeiro filme no cinema, como aconteceu na época do lançamento de “O Senhor dos Anéis”. Mas nem sempre foi assim. Até o final dos anos 70, são raros os exemplos de filmes que tiveram continuação, como “O Poderoso Chefão”, por exemplo, que acabaria virando uma trilogia de fato somente em 1990. Na realidade, esta onda só se consolidaria a partir dos anos 80, após o sucesso de trilogias como “Star Wars” e “Indiana Jones”.

A trilogia mais antiga que me recordo é do italiano Antonioni, formada pelos filmes “A Aventura”, de 1960, “A Noite”, de 1961, e “O Eclipse”, de 1962 – e caso você leitor conheça alguma trilogia mais antiga, seu comentário é extremamente bem vindo. No final dos anos 70, George Lucas lançou a sua ópera espacial “Star Wars” e as “trilogias” finalmente explodiram nos anos 80, com diversas franquias invadindo os cinemas pelo mundo e, o mais interessante de tudo, salvo um ou outro filme, com excelente qualidade. Somente nos anos 80 podemos citar “Indiana Jones”, “Karate Kid”, “Mad Max”, “Duro de Matar”, “Máquina Mortífera”, “Rambo”, “Alien” e “De Volta para o Futuro”, exemplos de trilogias de sucesso e com qualidade. Nos anos 90 a tradição das trilogias continuou com “Missão Impossível”, a “trilogia das Cores” e “Jurassic Park”, e na década passada tivemos a invasão dos HQ’s como “X-Men” e “Homem-Aranha”, das adaptações de livros infanto-juvenis como “Harry Potter” e “Crepúsculo” (que acabaram ultrapassando o tradicional formato das trilogias e tendo mais que três filmes), além de mega-produções como “Matrix”, “O Senhor dos Anéis”, a “trilogia Bourne”, “Velozes e Furiosos”, “Resident Evil” e “Piratas do Caribe”. Recentemente até mesmo as animações entraram na onda, com “Shrek”, “A Era do Gelo” e “Toy Story”.

Evidentemente, nem toda trilogia se manteve como tal, como é o caso de “Rambo”, “Máquina Mortífera”, “Duro de Matar” e “Indiana Jones”, que ganharam novos filmes nos últimos anos.  Além disso, algumas trilogias não pertencem exclusivamente a determinados períodos ou décadas, como é o caso de “O Exterminador do Futuro”, que iniciou nos anos 80 e só teve o seu terceiro filme lançado em 2003 – e agora, também tem um quarto filme na série.

Com toda esta gama de trilogias, incluindo algumas séries que ultrapassaram o clássico formado de três filmes, é evidente que existem aquelas de qualidade inquestionável, como “O Poderoso Chefão”, e outras que não me agradam nem um pouco, como “Velozes e Furiosos”. Entre todas as trilogias que já assisti, posso afirmar que minha preferida é mesmo “O Poderoso Chefão”, mas caso a obra-prima de Coppola não tivesse existido (toc, toc, toc!), meu voto certamente iria para “De Volta para o Futuro”, apesar de adorar “O Senhor dos Anéis” e tantas outras trilogias citadas acima. Como citado, recentemente eu assisti novamente aos filmes dirigidos por Robert Zemeckis para escrever as críticas da Videoteca do Beto e novamente me impressionei com a qualidade do roteiro e do elenco, a inteligência de Zemeckis e a energia dos três filmes.

E pra você? Qual é a sua trilogia favorita? Opine votando no quadro abaixo e comentando também!

 

*Caso sua trilogia favorita não apareça no quadro, vote na opção outros e, se preferir, cite o nome nos comentários abaixo.

Três grandes abraços.

 Compre sua trilogia favorita no Submarino

Texto publicado em 27 de Outubro de 2009 por Roberto Siqueira

II Festival IESB de Cinema

Olá pessoal.

Esta semana a Ida Feldman entrou em contato comigo para falar a respeito do II Festival IESB de Cinema, que visa valorizar e difundir a produção audiovisual realizada por estudantes universitários do Brasil, além propiciar um espaço de interação, troca e estímulo a trabalhos semi-profissionais do audiovisual.

Segundo ela, poderão participar estudantes de todos os cursos das universidades brasileiras e cursos livres de audiovisual, desde que o autor da obra seja o estudante.

Mais informações podem ser encontradas no blog oficial do festival, que você pode acessar clicando aqui.

Um grande abraço.

Texto publicado em 26 de Outubro de 2010 por Roberto Siqueira

Imagens: Cantando na Chuva (1952)

Seguindo o projeto de atualização das críticas com imagens, chegou à vez da crítica do musical Cantando na Chuva (1952) ser devidamente ilustrada. Vale lembrar que o texto permanece o mesmo do dia de divulgação.

Um abraço.

Texto publicado em 25 de Outubro de 2010 por Roberto Siqueira