Cinegibi

Nas últimas semanas, comecei a viver uma experiência única e marcante na minha vida. Após passar pela fase em que não conseguia olhar por mais de 2 minutos para a televisão, o Arthur finalmente começou a dedicar boa parte de seu tempo na deliciosa tarefa de assistir desenhos animados, o que levou o papai e a mamãe a conferir as novidades do Discovery Kids e, conseqüentemente, me obrigou a rever alguns dos meus conceitos sobre estes desenhos.

De fato, ainda considero que os desenhos da minha época na televisão aberta eram melhores, mas sou obrigado a concordar que a qualidade dos desenhos da Discovery (que não é televisão aberta) é muito boa e, o que é melhor, os desenhos costumam ser muito educativos. Mas, divago, afinal, esta não é uma análise da qualidade dos desenhos.

Em função disto, finalmente pude começar a assistir alguns dos DVD’s que comprei pra ele (e ver meu meninão olhando todo feliz para a tela é algo que, não nego, me enche de orgulho). A Dri teve a felicidade de assistir primeiro alguns deles, até que neste fim de semana nos sentamos para acompanhar o primeiro “Cinegibi” de Mauricio de Souza.

E que maravilhosa surpresa foi acompanhar este DVD! Obviamente, o talento de Mauricio de Souza nos quadrinhos é notório, mas já fazia muito tempo que eu não assistia a um filme da “Turma da Mônica”, e, sinceramente, não sabia o que esperar. Mas, tirando as intervenções nada agradáveis de artistas (que até podem funcionar com as crianças hoje, mas que perderão a graça no futuro), posso afirmar que me diverti bastante com as historinhas inocentes de Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali. E me diverti ainda mais com o clipe de abertura do DVD, que deixo como brinde pra vocês leitores logo abaixo.

Assistir um bom filme é algo maravilhoso. E que bom que nossas crianças podem contar com pessoas talentosas como o Mauricio para embarcar neste mundo tão fascinante.

Parabéns Mauricio!

Excelente abertura do “Cinegibi”, de Mauricio de Souza, que homenageia grandes filmes do passado.

Texto publicado em 25 de Maio de 2011 por Roberto Siqueira