DIRTY DANCING – RITMO QUENTE (1987)

(Dirty Dancing)

 

Videoteca do Beto #48

Dirigido por Emile Ardolino.

Elenco: Patrick Swayze, Jennifer Grey, Jerry Orbach, Cynthia Rhodes, Jack Weston, Jane Brucker, Kelly Bishop, Lonny Price, Max Cantor, Charles “Honi” Coles, Neal Jones e Wayne Knight.

Roteiro: Eleanor Bergstein.

Produção: Linda Gottlieb.

[Antes de qualquer coisa, gostaria de pedir que só leia esta crítica se já tiver assistido o filme. Para fazer uma análise mais detalhada é necessário citar cenas importantes da trama].

A seqüência final de “Dirty Dancing – Ritmo Quente” dá ao espectador uma sensação de satisfação plena com o que viu. A bela coreografia, a música empolgante e a boa performance dos atores conferem aos últimos minutos do longa dirigido por Emile Ardolino um status que infelizmente o restante da narrativa faz questão de derrubar, graças à um roteiro falho, pouco criativo e que, por muitas vezes, ignora a inteligência do espectador. Por outro lado, o filme nos brinda com maravilhosas canções durante toda a projeção e seu final extremamente empolgante parece apagar da memória de muitos espectadores as falhas que o roteiro apresenta.

Durante uma viagem da família para um resort em Catskills, a jovem Frances Houseman, conhecida como Baby (Jennifer Grey), conhece o dançarino Johnny Castle (Patrick Swayze), por quem se apaixona perdidamente. Ao mesmo tempo, Penny Johnson (Cynthia Rhodes), a parceira de dança de Johnny, se envolve com o garçom Robbie Gould (Max Cantor) e engravida, fazendo com que Baby se ofereça para aprender a dançar e substituir Penny, o que desagrada totalmente seu pai, o Dr. Jake Houseman (Jerry Orbach), que pensa ser Johnny o responsável pela gravidez da garota.

Os grandes destaques de “Dirty Dancing” são inegavelmente a dança e a trilha sonora. Os números muito bem coreografados, que contam com o talento de Swayze para dançar, são realmente espetaculares. Desde os ensaios até as duas apresentações oficiais, podemos notar a qualidade do trabalho dos atores neste sentido. Durante os ensaios também podemos observar o trabalho apenas razoável do diretor Emile Ardolino, por exemplo, quando cria planos dos pés de Baby, demonstrando a dificuldade da garota em seguir os ensinamentos de Johnny, ou quando ela e Penny ensaiam ao som de “Hungry Eyes”, onde o plano inicia nos pés e vai subindo lentamente, até deixar as duas moças nas laterais com Johnny sentado ao fundo e no meio do plano, apenas observando o desenvolvimento do ensaio, simbolizando o quanto Johnny estava envolvido com aquelas duas garotas, obviamente, por razões diferentes. Em outro momento, o diálogo que precede a sensual dança seguida por sexo entre Baby e Johnny é repleto de closes, enfatizando a paixão do casal. A excepcional trilha sonora, repleta de músicas deliciosas e empolgantes, complementa perfeitamente as cenas de dança em “Dirty Dancing”, além de pontuar momentos importantes da trama, como quando Johnny começa a se apaixonar por Baby. Fechando a parte técnica, a fotografia alegre e cheia de cores de Jeff Jur e a montagem ágil de Peter C. Frank criam o clima perfeito para atrair o público jovem.

Obviamente, os atores são extremamente importantes para que os números de dança funcionem. E felizmente, o elenco não decepciona, conseguindo bom desempenho até mesmo nas cenas dramáticas, que por outro lado, são claramente prejudicadas pelo fraco roteiro de Eleanor Bergstein. Patrick Swayze tem uma atuação bastante convincente como o dançarino Johnny, destacando-se, obviamente, nas seqüências em que dança. Mas o ator consegue convencer também nos momentos dramáticos, como na discussão que tem com Baby durante os ensaios, quando ela, por sinal, também reage muito bem (“Estou salvando sua pele!”). Em outro momento, o ator demonstra a emoção do renegado Johnny ao dizer que jamais sentiu que Baby tivesse vontade de contar ao pai sobre a relação dos dois. A baixa estima do dançarino fica ainda mais evidente quando diz que sonhou que o pai dela o havia aceitado. Swayze chega até mesmo a cantar uma das músicas do longa, a bela “She is like the wind”, demonstrando que de fato o filme é dele. Jennifer Grey, por sua vez, vive Baby com extremo carisma e charme. Observe como a atriz disfarça olhando para o alto quando Johnny olha pra ela após conversar com a oferecida Vivian. Minutos depois, ela sorri satisfeita ao ver seu amado dispensar a mulher sem pensar duas vezes. Baby demonstra interesse por Johnny através do olhar assim que o vê, e principalmente quando se preocupa com o que fala pra ele no primeiro contato entre os dois (“Eu trouxe as melancias…”). Graças ao bom desempenho dos atores, o casal Baby e Johnny tem uma excelente química, o que ajuda a criar empatia com o espectador, como fica nítido durantes os ensaios da dupla, especialmente nas cenas em cima do tronco de uma árvore e dentro de um rio, onde evidentemente a paixão começa a florescer também no coração de Johnny (e observe como a trilha sonora pontua bem o momento, tocando a música tema lentamente no piano). A primeira apresentação em público do casal é um aperitivo para o grande final. Observe como Swayze demonstra segurança no olhar, guiando Baby o tempo todo, e Grey também transmite, através do olhar ansioso, o nervosismo da jovem antes da dança, que vai lentamente sendo transformado em confiança nos braços do parceiro.

No restante do elenco, Jane Brucker vive Lisa Houseman de forma detestavelmente unidimensional, dando a sensação de que sua razão de existir é discordar da irmã. Já Jerry Orbach atua muito bem como o ambíguo Dr. Jake Houseman. Inicialmente cheio de carinho pra dar à filha Baby, o médico muda radicalmente ao perceber seu envolvimento com o dançarino Johnny. Sua divisão de sentimentos fica evidente em dois momentos. No primeiro deles, Jake volta atrás na decisão de ir embora do acampamento após os apelos da esposa e da filha Lisa, algo que normalmente não aconteceria com um pai rígido como ele. E no segundo e mais tocante momento, Orbach expressa com competência o sofrimento de Jake ao ver Baby chorando, o que arranca lágrimas do médico também. E finalmente, Cynthia Rhodes demonstra muito bem o drama de Penny quando fica grávida, transmitindo sofrimento através de seu choro e do olhar triste. O problema é que o roteiro falho trata a questão de forma absurdamente superficial, tornando a amarga e difícil decisão de abortar um bebê (algo que jamais aprovo, mas isto é outra questão) em algo simples. A dor que Penny sente se refere apenas ao fato do médico ser um “açougueiro” e jamais retrata o sofrimento que se espera de alguém que interrompeu uma vida.

E é exatamente no roteiro que reside a grande falha de “Dirty Dancing”. Observe como o festival de clichês se inicia logo no primeiro encontro do casal principal, quando Johnny trata Baby muito mal, questionando a origem dos 250 dólares que ela trouxe e dizendo que a garota jamais conseguiria dançar no lugar de Penny (o que obviamente acontecerá). Também impressiona a facilidade com que Baby consegue os tais 250 dólares com o pai, como se fosse uma quantia irrisória solicitada para comprar sorvetes. Dando continuidade a mediocridade, o conflito entre Johnny e o Dr. Houseman jamais convence, soando como um artifício forçado do roteiro para criar a costumeira dificuldade que os casais românticos precisam superar para viver suas paixões. Parece que Eleanor Bergstein entende que as pessoas são incapazes de se comunicar ou explicar os mal-entendidos, criando uma série de situações absurdas para gerar conflito entre os personagens. Afinal de contas, por que Baby desiste de contar a verdade sobre a gravidez de Penny ao pai logo após a primeira tentativa? Porque Johnny, já que estava de saída, simplesmente não conta a verdade para o médico, preferindo aceitar a injusta culpa pela gravidez da dançarina? Porque Lisa jamais se esforça em ouvir o que a irmã tem pra falar a respeito de Robbie, deixando para descobrir a verdade somente próximo do final do filme? Da mesma forma, Bergstein deixa a descoberta de Jake sobre Robbie para os últimos momentos do longa, como se isto fosse necessário para a excelente seqüência final. E pior, mesmo sabendo que foi Robbie quem engravidou Penny, Jake ameaça levantar-se ao ouvir o discurso de Johnny ao lado de Baby no palco (“Sente-se, Jake”, diz sua esposa), como se este falasse mal de sua filha, quando na verdade fazia elogios à garota. E até mesmo na única vez em que o roteiro permite que algum personagem diga a verdade e evite novos problemas – quando Baby diz que Johnny não roubou as carteiras porque estava com ela e decepciona seu pai – Bergstein não resiste ao suspense barato, adiando por alguns segundos a revelação (“Eu sei que ele não roubou”. “E como sabe?” “Não posso dizer…”).

Misturando a mediocridade do roteiro com o talento dos atores para a dança, “Dirty Dancing” caminha para o final dando a sensação de que nada demais acontecerá. E de fato não acontece, mas mesmo assim, o longa surpreendentemente consegue agradar, mostrando o que o espectador já esperava, mas de forma bastante interessante. O final clichê é óbvio e previsível, mas confesso que é absolutamente fascinante ver os dois dançando no encerramento, graças à excelente química do casal, à ótima performance de ambos dançando (especialmente Swayze) e, claro, à maravilhosa trilha sonora, embalada pela excelente música tema “I’ve had the time of my life”. Observe também como o bom trabalho de som capta muito bem a reação do público aos passos inspirados da dupla, o que dá um clima ainda mais alegre para a cena, realçado pela fotografia em tons de rosa de Jeff Jur. O espectador se sente absolutamente satisfeito com o desfecho da narrativa, o que não pode servir como desculpa para que este aceite o restante dela.

Bastante falho ao criar inúmeras situações desnecessárias para justificar os conflitos que levam ao extasiante final, “Dirty Dancing” se salva pelas ótimas e muito bem coreografadas seqüências de dança e pelo grande desempenho da dupla principal, além da excelente qualidade da trilha sonora. Infelizmente, isto não é suficiente para conferir ao filme dirigido por Emile Ardolino uma avaliação melhor do que razoável. Felizmente, por outro lado, a seqüência final tem qualidade suficiente para evitar que o filme seja avaliado como um desastre.

Texto publicado em 11 de Março de 2010 por Roberto Siqueira

Anúncios

Tags: , ,

36 Respostas to “DIRTY DANCING – RITMO QUENTE (1987)”

  1. Mateus Aquino Says:

    Eu acho esse filme tão bom quanto “Mudança de Hábito”. E sem duvida, o final é a melhor parte de ambos.

  2. Gi Says:

    Eu amei este filme assim como o Gosth! Amei e amo Patrick…sempre fui louca por ele, este dois filme q marcaram a carreira dele, marcaram tbm minha vida, choro cada vez q assisto…

  3. Maiara Says:

    Eu amo esse filme…Acho LINDoOo!

  4. cross98 Says:

    Bom , esse filme é um daqueles famosos por pouco , acho ele muito ruim . ( Voce falou que os filmes mais fracos tem as maiores bilheterias , Titanic , Avatar , Piratas do Caribe , O Senhor dos Anéis são todos filmes otimos)

    • Roberto Siqueira Says:

      Oi Mateus,
      Onde eu disse isso? Eu nunca falei que os filmes mais fracos tiveram as maiores bilheterias, até porque gosto muito de Avatar, Titanic e O Senhor dos Anéis, por exemplo. O que eu disse (basta ler o comentário abaixo) é que nem sempre ter grande bilheteria é sinônimo de qualidade. São frases bem diferentes. Em todo caso, repito que não acho Dirty Dancing ruim, como meu texto deixa claro.
      Abraço.

  5. Tai Says:

    Só algumas(milhares) pessoas conseguem captar a essência do filme e prestigiá-lo de tal forma que se torna um marco de um momento da sua vida.. outros, enfim, gostam de criticar.
    Afinal, se o filme fosse razoável não faria tanto sucesso, como é notável que fez, e não marcaria uma época!
    Considero um dos melhores filmes existentes.. o único fato que corta o coração é ver as declarações dos atores em que eles dizem que não se davam bem e tal.. nessa hora você cai na real e vê que na vida, bem que poderia, mas não acontece essas coisas!
    ”Ninguém deixa Baby de lado”. ETERNO!

    • Roberto Siqueira Says:

      Olá Tai,
      Obrigado pela visita e pelo comentário.
      Ter sucesso de bilheteria não significa ter qualidade, não é mesmo? Basta ver o sucesso dos filmes das séries Crepúsculo ou Transformers para confirmar o que estou afirmando. Por outro lado, grandes filmes da história do cinema foram verdadeiros fracassos de bilheteria.
      Em todo caso, não acho “Dirty Dancing” um filme ruim, como deixei claro no texto.
      Um abraço e seja bem-vinda ao Cinema & Debate.

  6. Mike Campina Says:

    Parabéns pelo site. Sempre com ótimos filmes. Seu texto também é ótimo, embora eu discorde em algum ponto.
    No meu ponto de vista, é na simplicidade e ingenuidade que mora a beleza desses filmes criados nos anos 80.
    Hoje o cinema americano perdeu em parte esse dom de tirar belos sentimentos de momentos simples, sem preocupação com muita lógica nem momentos bombásticos ou reviravoltas.
    As falhas do roteiro não comprometem a obra, que é doce e ingênua como deve ser.

    Abraços e parabéns novamente. O site está belíssimo.

    • Roberto Siqueira Says:

      Muito obrigado pelos elogios e pelo comentário Mike. E sinta-se à vontade para discordar.
      Um grande abraço.

  7. denise e fas loucos por dirty dacyng Says:

    e aqui no brasil patrick swayze e comhecdo somente por dirty dancyng,so por esse classico aso contrario nem saberiamos que ele era, e eternamenteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee dirty dancynggggggggggggggggggggggggggggggg foreverrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr loveeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee comoooooooooooooooooooo jennifer greyyyyyyyyyyyyyyyyy unicaaaaaaaaaaaaaa super starrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr ate hoje para nosssssssssssss como dirty dancynggggggggggggggggggg unicoooooooooooooooooooo e eternooooooooooooooooooooooooooooooooo dirty dancyngggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggggg somenteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee e para sempreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee DIRTY DANCYGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG.BEIJOSSSSSSSSSSSSSSS.

    • Roberto Siqueira Says:

      Denise, Patrick Swayze também é mundialmente conhecido por seu papel em “Ghost, do outro lado da vida”.
      Obrigado pelo comentário. Seu outro comentário teve que ser apagado por seu conteúdo ofensivo em alguns trechos. Como responsável pelo site, não posso permitir ofensas por aqui, ok?
      Um abraço e obrigado pela visita.

  8. Marianna Says:

    Aiii. Eu tenho apenas 16 anos e assisto Dirty Dancing desde os 10 anos acompanhada da minha mãe e sou extremamente apaixonada pelo filme e pelo elenco e que de fato além de todo defeito e falhas no roteiro, a cena final da dança e extremamente apaixonaste e sem falar que ele ensinando ela e como se você Johny e não Patrick, Jennifer como baby parece parcialmente uma aluna cabeça dura mas muito empenhada em aprender em dançar e a paixão dela por Johny está estampada na cara dela na primeira dança apesar dele ser grosseiro e sagaz ela amansa o coração dele o fazendo apaixonar, concordo com sua critica e meu trabalho de artes ira sair um 10 mole depois dela pois precisava disso pra ter certeza como criticaria um filme tão lindo e cheio de drama envolvido e não suporto a cena de Penny lamentando por ter abortado com um Açougueiro e não perda de um filho aff. Beijos amei muito sua critica

    • Roberto Siqueira Says:

      Olá Marianna.
      Muito obrigado pelos elogios, pela visita e pelo comentário. E boa sorte no trabalho de artes!
      Seja bem vinda ao Cinema & Debate e volte sempre.

  9. Taiara Souza Says:

    Este e meu filme preferido principalmente as musicas…quenos faz voltar ao passado..

    • Roberto Siqueira Says:

      Olá Taiara.
      Obrigado pelo comentário e volte sempre ao Cinema & Debate.
      Abraço.

  10. baby Says:

    ai é muito bom meu,eu que nao so chegada muito nesse tipo de coisa amei de motao,é simplismente um ESTOURO

    • Roberto Siqueira Says:

      Olá Baby.
      Obrigado pelo comentário, seja bem vinda ao Cinema & Debate e volte sempre.

  11. Nanda Says:

    Eu sou nova ainda, tenho 15 anos.. Porém amo este filme! Percebi também as falhas, uma delas a parte de Baby (Jeniffer Grey) nao contar o pai a real história. Porem, o pai poderia nao entender, pois estava chateado com a filha e poderia achar tambem que a filha queria apenas ajudar Jonny ( Patrick Swayze) . No mais, o filme é perfeito *-* é uma historia linda, e nos passa um mensagem muito boa! AMO muuito! Tenho o filme, e nao me canso de olhar! Toda vez que olho, eu choro no final… =’)

    • Roberto Siqueira Says:

      Obrigado pela visita Nanda e pelos comentários.
      Seja bem vinda ao Cinema & Debate.

  12. alexia Says:

    ssabem adoro esse filme aqui no brasil patrick swayzre e conhecido somente por esse filme amamos tudo nele jennife grey otima talentosa pena que depois de dirty dancyng swayze morreu para mundoo ghost e vomitavel nojento musica e atores horriveis sem talentooo e zeroooo de quimica e o filme que vimos uma vez so e odiamos tanto quanto ghost foi last dance horrrivel lisa velha ele patrick swayze velho doente cabelo ralo horrivel bale e vomitavel como ghost um fracasso duas mumias valhas ridiculas tentandoo dançar sem quimica nenhuma um bale classico chatoooooo nojentoo horriveelll,bom nos so conhecemos patrick swayze por causa de ritimo quente somente ate achamos que ele ja havia morridoooooo depois de dirty dancyng bom so gostamos e amamosss foreverrrrrrrrrr dirty dancyng e jennifer grey loveeeee foreverrrrrr,bom otimo comentrio seu e auto critica do filme mas como disse somente conhecemos patrick swayze por causa de ritimo quente e seu par maravilhoso perfeitoooo quimica 100000000000000000000 com jennifer greyyyyyy foreverrrrrrr loveeeeeeerrr jenifer grey e dirty dancyngggg foreverrrrrrrrrrrr loveerrrrrrrrrrrrrr.

  13. sandra Says:

    adoro ste filme …. minha historia com meu marido começou em uma sala de cinema assistindo este filme ele marcou o inicio de um grande amor que dura ate hoje …valeu….

    • Roberto Siqueira Says:

      Que história bonita Sandra. Parabéns! O cinema é mágico. E o amor, mais mágico ainda.
      Obrigado pela visita ao Cinema & Debate e volte sempre.

  14. Brasil Inteligente Says:

    Beto, muito boa crítica.
    Sabe, eu sempre fiquei indignado “Por que ela não conta logo que não foi ele?”, “Eita bicho burro… deixa o pai dela acusá-lo de algo que não fez e sai de cabeça baixa”…
    É… na verdade, o burro é o roteirista…. hehehehe

    Sempre achei o filme cheio de clichês e isso me deixava meio estressado, mas nunca me atentei à facilidade como tomam a decisão do aborto… Realmente o foco neste caso foi errado demais!

    Realmente não é um grande filme… Mas gosto das músicas e da dança final… Concordo com as 2 estrelas!

    • Roberto Siqueira Says:

      É Thi, o final salva o filme, por que é realmente sensacional. Mas o roteiro é mesmo cheio de clichês.
      Valeu pelo comentário.

  15. MandyIntelecto Says:

    Bom…eu sou tão suspeita quanto a Cu para falar sobre esse filme…
    Não vejo falha alguma enquanto assito ele infinitas vezes…

    Realmente, olhando do ponto de vista que você expos os problema e falhas existem, mas não nos importa…

    É um filme maravilhoso!

  16. Vane Says:

    Aiii! Sou super suspeita pra falar desse filme, vc sabe né! rss
    Mas, apesar de alguns defeitos que concordo, existem, é meu filme preferido!! rs Amoo demais Patrick dançando e ensinando Baby, amoo a dança final, tanto que, já digo há mto tempo, no meu casamento dançarei exatamente como eles!!! rs É importantissimo pra mim ter esse momento! rss Senao nao estarei completamente feliz!!

    Nao tenho palavras pra dizer o qto gosto do filme, mas acho que, por saber todas as falas e cenas de trás pra frente, já prova o qto sou alucinada e apaixonada por ele né! rs

    Adorei o texto Bé, mto bom!! Parabéns!!!

    • Roberto Siqueira Says:

      Obrigado Vãn. Eu sabia que era seu filme favorito. 😉
      É isto aí, o cinema é apaixonante mesmo.
      Valeu pelo comentário. Beijo.

  17. Lourran Machado Says:

    Tudo bem que não é um filme que tenha o roteiro como ponto forte ou seja um marco do cinema, mas juntamente com muitos outros como ”Ferris Bueller’s Day Off, Stand by Me, Coupe de Ville” é nostalgia pura para muita gente. É legal lembrar que assisti esse filme ainda criança. O final dispensa o meio e o começo. Destaque para o grande ator Patrick Swayze.

    • Roberto Siqueira Says:

      Com certeza o efeito nostálgico está muito presente neste filme Lourran.
      Grande abraço e obrigado pela presença constante e sempre construtiva no Cinema & Debate.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: