PULP FICTION – TEMPO DE VIOLÊNCIA (1994)

(Pulp Fiction)

 

Videoteca do Beto #105

Dirigido por Quentin Tarantino.

Elenco: John Travolta, Samuel L. Jackson, Uma Thurman, Bruce Willis, Harvey Keitel, Tim Roth, Ving Rhames, Eric Stoltz, Rosanna Arquette, Christopher Walken, Maria de Medeiros, Steve Buscemi, Quentin Tarantino, Amanda Plummer e Joseph “Joe” Pilato.

Roteiro: Quentin Tarantino, baseado em história de Roger Avary e Quentin Tarantino.

Produção: Lawrence Bender.

[Antes de qualquer coisa, gostaria de pedir que só leia esta crítica se já tiver assistido ao filme. Para fazer uma análise mais detalhada é necessário citar cenas importantes da trama].

Goste ou não de Quentin Tarantino, todo cinéfilo concorda: seu estilo de fazer cinema é bastante original. Profundo conhecedor e amante da sétima arte, o diretor investe na subversão de gêneros (ao mesmo tempo em que os homenageia), revelando a influência de grandes diretores do passado em seu trabalho. Além disto, Tarantino trouxe a tona o culto ao popular, ousando misturar elementos narrativos clássicos com referências à cultura pop, sempre com uma abordagem que varia entre o realista e o hiper-realista, recheada por diálogos deliciosos e espontâneos. E esta nova forma de fazer cinema chegou ao auge logo em seu segundo longa-metragem, o excelente “Pulp Fiction”, que ainda resgatou o astro John Travolta após anos de ostracismo.

Os criminosos profissionais Jules (Samuel L. Jackson) e Vicent Vega (John Travolta) saem para fazer uma cobrança em nome do traficante Marcellus (Ving Rhames). Vicent está preocupado, porque a noite deverá acompanhar a esposa do chefe, Mia (Uma Thurman). Enquanto isso, o boxeador Butch (Bruce Willis) deverá perder uma luta, para cumprir um acordo com Marcellus e sair rico da cidade.

“Pulp Fiction” começa num pequeno restaurante, com um casal conversando sobre a vida criminosa que pretende abandonar. Em instantes, eles anunciam um assalto, e a trilha sonora indica o começo do filme. Este interessante prólogo é então deixado de lado, e voltará à tona somente nos instantes finais da narrativa. Misturando com perfeição os elementos narrativos que já utilizara em seu filme de estréia (“Cães de Aluguel”), Quentin Tarantino alcança o ápice neste “Pulp Fiction”, com seus costumeiros diálogos ágeis e deliciosos sobre coisas do cotidiano, que nem sempre colaboram para o andamento da trama, mas sempre chamam a atenção do espectador, como na conversa entre Vicent e Jules sobre as diferenças entre EUA e Europa e sobre o McDonald’s. Tarantino também aborda a vida criminosa de maneira diferente do usual, auxiliado pela trilha sonora pop e empolgante, pela montagem não cronológica e dividida em capítulos – que prende a atenção da platéia – e pela narrativa que foge da tradicional causa e efeito que normalmente motiva os personagens, mantendo o foco na situação em que os eles estão envolvidos em detrimento dos objetivos de cada um. Em “Pulp Fiction”, a força do acaso em nossas vidas também ganha destaque, através de situações inesperadas que alteram o destino de todos envolvidos, como o fato de Marcellus cruzar o farol bem na frente do carro de Butch, que levará os dois a serem seqüestrados por estupradores e à redenção de Butch diante do traficante.

Obviamente, Tarantino conta muito com o excelente trabalho da montadora Sally Menke, que divide a narrativa em capítulos bem definidos, em ordem não cronológica, ajudando a criar a atmosfera mais realista pretendida pelo diretor através de cenas extensas, com poucos cortes, que confirmam a preferência dele já indicada no filme anterior. Além disso, Menke e Tarantino mostram inteligência ao esticar as histórias que envolvem Vicent e Jules, encurtando a trama que envolve Butch, claramente a menos atraente do roteiro. Escrito pelo próprio Tarantino (baseado em história dele com Roger Avary), o roteiro de “Pulp Fiction” usa artifícios interessantes, como o “macguffin” representado pela maleta de Marcellus, que, seguindo o mais puro sentido do termo popularizado por Hitchcock, não tem função narrativa alguma a não ser guiar os personagens na trama. Personagens, aliás, que falam a linguagem das ruas, cheia de palavrões e até mesmo preconceito contra estrangeiros, confirmando a abordagem realista que aproxima o espectador. E não posso deixar de citar os maravilhosos diálogos que se espalham pela narrativa, confirmando a criatividade de Tarantino, que cria situações muito interessantes, por exemplo, ao discutir algo banal como uma massagem no pé.

O longa ainda aborda com naturalidade o uso de drogas, mostrando os personagens usando cocaína e heroína, sem aliviar também nos efeitos deste uso, como quando Vicent vai buscar Mia, com os olhos praticamente fechados e um largo sorriso no rosto, claramente transformado (a trilha e a câmera lenta ilustram a sensação de relaxamento do personagem). Tudo isto, somado à fotografia natural de Andrzej Sekula, reforça a abordagem realista e ambienta o espectador ao mundo do crime. Sekula até chega a criar um visual estilizado, por exemplo, quando Butch visita Marcellus no bar, indicando através do tom vermelho a violência que predomina naquele meio, mas, em geral, a fotografia é mais crua e próxima da realidade. Realidade que nem sempre está presente, pois Tarantino também foge da abordagem realista, por exemplo, quando Mia faz um quadrado no ar e um efeito visual representa o quadrado na tela.

Além do excelente roteiro, Tarantino também mostra talento na condução da narrativa, conferindo um visual rico ao longa, além de constantemente fazer referências ao passado, seja dele próprio (o plano de dentro do porta-malas quando Vicent e Jules pegam as armas remete ao plano de “Cães de Aluguel” em que o policial é retirado do carro), seja do cinema em geral (na fuga de Butch, Tarantino homenageia uma velha técnica, o back projection, com o carro parado e as imagens movendo ao fundo). Além disso, o plano-seqüência que acompanha Vicent pelo “Jackrabbit Slim’s” serve como homenagem às estrelas do cinema dos anos 50, revelando os cartazes e as próprias atendentes locais, em outro momento de imersão na cultura pop, reforçado pela trilha sonora diegética com clássicos do período. Em outros momentos, Tarantino usa a handycam para conferir realismo às cenas, como quando Marcellus atira em Butch em plena luz do dia e quando Butch se dirige ao apartamento onde matará Vicent. Aliás, impressiona também a ausência de policiais e a predominância de cenas diurnas, o que confirma a subversão do cinema de gênero pretendida pelo diretor (nos filmes de crime, normalmente o visual é mais obscuro e os policiais estão no encalço dos criminosos). Finalmente, Tarantino não desvia a câmera nos momentos violentos e nem mesmo quando Mia confunde heroína com cocaína, mostrando o resultado trágico da droga na moça. O desespero toma conta da tela, Vicent sai em disparada para tentar salvá-la e o hiper-realismo novamente entra em cena. Neste momento, o espectador sente um misto de euforia e angústia, provocado pela mistura de humor negro e realismo, reforçado pela handycam utilizada na casa de Lance (Eric Stoltz). Quando Mia levanta gritando após a injeção de adrenalina, o hiper-realismo volta e o espectador ri. Este é o cinema de Tarantino. Por outro lado, este estilo cinematográfico dificilmente envolve a platéia emocionalmente, pois os personagens são praticamente caricaturas, o que é um ponto negativo em sua filmografia, mas que em “Pulp Fiction” funciona bem, dada a abordagem afastada da realidade em diversos momentos, como a citada “ressurreição” de Mia.

Com seu visual sensacional (figurinos de Betsy Heimann), que faz alusão aos anos 50, Vicent Vega – e suas roupas descoladas – e Jules – com seu cabelo “black power” – são personagens fascinantes, interpretados com grande carisma por John Travolta e Samuel L. Jackson. Apresentando um impressionante entrosamento, eles formam uma adorável dupla de criminosos, que tem um curioso código moral, revelado no diálogo que antecede a invasão de um apartamento. Para eles, é vital seguir o horário combinado, como se um ou dois minutos fossem extremamente importantes. Para Vicent, uma simples massagem no pé soaria como desrespeito ao chefe. Mas, para ambos, matar um inimigo de Marcellus a queima roupa é simplesmente normal. Travolta também demonstra com competência a aflição de Vicent por ter que sair a noite com Mia, aflição que só aumenta ao ouvir as risadas dos amigos quando ele pergunta se ela é bonita. As risadas se justificam quando surge a sensual e divertida Mia, interpretada pela ótima Uma Thurman. Demonstrando empatia com Travolta, Thurman está bem solta no papel. Na memorável cena em que eles dançam twist, além do desempenho marcante da dupla e da música empolgante (“Never can tell”, de Chuck Berry), o espectador que conhece um pouco da história do cinema sente uma ponta de nostalgia ao ver novamente John Travolta dançando, num momento que extrapola o filme e deixa a platéia em êxtase. Recheada de músicas marcantes, a trilha sonora ainda apresenta a bela “Girl, you’ll be a woman soon”, de Bruce Springsteen, numa cena em que Thurman novamente se destaca, dançando solta e cantarolando a música desafinada, ao mesmo tempo em que Travolta também dá um show, olhando para o espelho e treinando o autocontrole para evitar se envolver com a mulher do chefe.

Citar todos os nomes do elenco é até desnecessário diante de tantos bons atores que aparecem no longa. Mas alguns merecem destaque especial, como Christopher Walken, que tem uma pequena e estupenda participação ao contar a história do “Relógio de Ouro”. Já Bruce Willis, com seu jeito bruto e ameaçador, se sai muito bem como o boxeador Butch, se destacando em alguns momentos especiais, como a revolta de Butch ao saber que Fabienne (Maria de Medeiros) esqueceu o relógio de ouro, o olhar frio antes de matar Vicent, seu espanto ao ver Marcellus cruzar o farol e, principalmente, o momento surreal em que ele escolhe a arma antes de salvar Marcellus. Butch ainda é o autor de uma das frases marcantes do excelente roteiro – só que o seu “Zack is dead, baby” soa bem em inglês, mas perde a graça em português. E apesar de curtas, as participações de Tarantino, como Jimmy, e principalmente de Harvey Keitel, como Wolf, são excelentes, com o segundo exibindo a costumeira segurança e uma expressão ameaçadora, que confere credibilidade e respeito ao personagem.

Keitel e Tarantino surgem no último capitulo da narrativa. Repleto de humor negro e diálogos sarcásticos, “A situação de Bonne” conta com a cena mais violenta e engraçada do longa, que é o tiro acidental de Vicent em Marvin, mas é também o capitulo em que Jules escapa milagrosamente da morte, o que promove uma transformação no criminoso, que passa a acreditar na “intervenção divina” em sua vida. Esta interessante visão contrasta com a de seu colega Vicent, que vê no acaso a explicação para o que aconteceu. Bastante polêmica, esta discussão ideológica deixa a cargo de cada espectador tirar alguma conclusão. Após acompanhar todas estas histórias paralelas, o espectador se vê novamente no mesmo restaurante do início. Novamente, o grito de Honey Bunny (Amanda Plummer) ecoa em todo local e Pumpkin (Tim Roth) começa a recolher as carteiras, aterrorizando quase todas as pessoas presentes. “Quase” todas, porque o agora regenerado Jules está lá, sentado, com a arma na mão e a misteriosa maleta de Marcellus Wallace na mesa, enquanto Vicent está no banheiro, lendo uma revista tranqüilamente. E apesar de exagerar em alguns momentos anteriormente, Samuel L. Jackson está perfeito na cena final, demonstrando segurança e autoridade enquanto conversa com os assaltantes e explica a razão de sua regeneração. E assim como Leone fazia com maestria no western spaghetti, Tarantino conduz a cena com a costumeira habilidade, mantendo a tensão simplesmente ao prorrogar ao máximo o confronto (que, neste caso, sequer acontece), com os personagens mantendo as armas apontadas uns para os outros, como ele também fizera em “Cães de Aluguel”. Nada acontece de fato, mas a tensão que domina a cena é suficiente para nos deixar em transe.

Com seu visual estilizado, diálogos inesquecíveis, narrativa envolvente e cenas marcantes, “Pulp Fiction” marcou época e confirmou que Tarantino era o sopro de criatividade que faltava em Hollywood. Embalado por uma trilha sonora empolgante e por atuações inspiradas de um elenco excepcional, o longa revigorou o cinema dos anos 90, inspirando muitos trabalhos que surgiriam a seguir. Não foi apenas Jules que saiu regenerado, a própria Hollywood parece ter escapado milagrosamente de alguns tiros a queima roupa.

Texto publicado em 15 de Julho de 2011 por Roberto Siqueira

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33 Respostas to “PULP FICTION – TEMPO DE VIOLÊNCIA (1994)”

  1. eliasclira Says:

    Obra prima do Tarantino! Perdeu para o não menos maravilhoso (e totalmente diferente) Forest Gump no Oscar, mas não diminuiu o tamanho da obra cultuado por fãs deste filme somente comparado ao genial “Cães de Aluguel”. Os atores estão fantásticos (só faltou o genial Steve Buscene). Vou dizer aqui e procurarei não repetir em demasia: Sensacional suas críticas aos filmes!

  2. Eduardo Gui Says:

    Filme marcante.
    Assisti-lhe quando tinha quinze anos em um cinema de rua (hoje, infelizmente, quase todos estão em shoopings), no Rio de Janeiro. Adorei o filme desde a primeira vez, comprando logo em seguida sua trilha sonora, meu primeiro CD de música.
    Certamente é uma obra prima do gênero e marcou época com sua originalidade. Uma pena ter concorrido ao Oscar com o igualmente brilhante “Forest Gump”! Acredito que em virtude disso “Pulp Fiction” teve um destino parecido com o excelente “L.A Confidential” em 1997 (Aliás, aproveitando-me para um aparte, devendo aplaudi-lo pelo ensaio deste filme aqui no blog). A diferença é que a película de Quentin é mais reconhecida e copiada em paródias, histórias, desenhos animados entre outros…
    Ademais,Roberto, parabenizo-te pelas críticas: sagazes, bem observadas (no que tange a arte e a técnica das películas), de bom gosto e muito bem descritas pelos teus ótimos e fluentes textos!
    Já estou fan do blog!!

    • Roberto Siqueira Says:

      Querido Eduardo,
      Agradeço muito pelos elogios e pelo interessante comentário sobre este grande filme.
      Fique à vontade para comentar sempre que quiser.
      Um grande abraço.

  3. Leonardo Caraúna Says:

    Parabéns, Roberto Siqueira! Sua crítica está mto boa, fez com q eu goste mais do filme. Pontuou mto bem sobre as cenas, fotografia e montagem. Continuarei lhe acomoanhando, grande abraço!

  4. JACKIE BROWN (1997) | Cinema & Debate Says:

    […] de novidades com “Cães de Aluguel” e consolidar-se como um grande roteirista e diretor em “Pulp Fiction” – hoje reconhecido como um dos filmes mais importantes dos anos 90 -, Quentin Tarantino viu […]

  5. rauny moreira Says:

    Po beto que analise perfeita desse que pra mim e um dos melhores filmes dos anos 90, foi legal tambem voce citar a participacao de tarantino no filme como jimmy, a certeza que ele tem do cafe ser bom e muito engracada vou sempre comentar suas analises,alias,ja comentei caes de aluguel se voce nao viu da uma olhada valeu

    • Roberto Siqueira Says:

      Fico feliz que goste do site Rauny.
      Desculpe a demora nas respostas, estava muito atarefado e depois tive problemas com a internet.
      Abraço.

  6. Fabio Says:

    Roberto, você reparou que na cena em que busch sai da loja e pega a moto do Zed na sequencia se ouve uma musica com a mesma melodia do seriado Além da Imaginação, evidenciando que o que vimos beira ao surreal? A música Girl, you’ll be a woman soon” na verdade é da banda Urge Overkill.

    • Roberto Siqueira Says:

      Vou reparar neste detalhe Fabio.
      A música é cantada pelo Bruce Springsteen no filme.
      Valeu pelo comentário.
      Abraço.

  7. Janerson Says:

    Olá Roberto, outra resenha perfeita. Assisti esse estupendo filme no tempo do bom e velho VHS, onde tínhamos de reservar a fita nas locadoras com uma ou duas semanas de antecedência. Concordo ao ler sobre a regeneração de Jules, e também sobre dar um novo fôlego ao cinema hollywoodiano, mas também recolocou Travolta nos trilhos.
    Porém ao comprar o DVD eu fiquei um pouco frustrado. Acho que merecia um cuidado maior como por exemplo, extras, cenas deletadas, entrevistas, etc. Outra coisa: alguns (poucos) diálogos parecem ter perdido o charme. Não se traduz nomes, porém mr. Wolf virou senhor Lobo e há um diálogo no restaurante onde Vincent fala que mr Wolf parece europeu, ao que Jules responde: “Nem que fosse o ‘João da Silva’…” ora, uma tradução descabida para não dizer terrível. Mas enfim, isso não tira o brilho de Pulp Fiction que é, sem dúvida, O filme dos anos 90.

    Grande abraço

    • Roberto Siqueira Says:

      Olá Janerson.
      Obrigado por mais este elogio.
      De fato as legendas dos DVD’s nem sempre são bem elaboradas. E o DVD deste filme é bem ruim mesmo. Quero comprar a versão em blu-ray pra ver se é melhor.
      Abraço.

  8. cross98 Says:

    Assiste ontem , comprei sem ter visto e gostei demais , acho que esse deve ser um dos melhores ( se não o melhor ) filme ja feito. Só não entendi uma coisa , o que que o Vicent tava fazendo naquela cas quando ele foi morto pelo Butch?

    • Roberto Siqueira Says:

      Não é o melhor filme já feito, mas é ótimo.
      O Vincent estava na caça do Butch.
      Abraço.

  9. Cross98 Says:

    Nunca vi nada do Tarantino , mas esse me chama a atenção

  10. Marcello Says:

    Conheci seu blog a pouco, mas já está no meu top 5 haha. Planos de fazer uma resenha sobre Kill Bill? Abraço.

    • Roberto Siqueira Says:

      Olá Marcelo,
      Fico muito feliz de fazer parte do seu top 5!
      Pretendo escrever sobre Kill Bill sim, pode aguardar.
      Um grande abraço, fique à vontade para comentar sempre que quiser, seja bem vindo ao Cinema & Debate e volte sempre.

  11. Paris « Cinema & Debate Says:

    […] Paris é charmosa não apenas pelos pontos turísticos. Como disse Vicent Vega em “Pulp Fiction”, são nos pequenos detalhes que a cidade nos encanta. O cuidado com cada jardim, como no lindo […]

  12. Brasil Inteligente Says:

    Estou comentando agora, mas quero assistir de novo o filme. Lembro bem do estilo, da ambientação, dos figurinos, das caricatureas… Mas confesso que não lembro bem da história em si. Só sei que adorei o estilo Tarantino quando vi esse filme, e confirmei isso assistindo Bastardos Inglórios. Preciso assistir Cães de Aluguel.
    Agora, estou cismado porque estou assistindo Glee, e, posso estar falando a maior besteira do mundo, mas acho que existe uma pitada do estilo Tarantino na série. Preciso da sua ajuda pra ter certeza disso. Abraço!

    • Roberto Siqueira Says:

      Valeu pelo comentário Thi. Com certeza, rever Pulp Fiction será um grande prazer.
      Sobre a comparação com Glee, fica difícil pra mim opinar, pois não assisto a série. Mas o Tarantino é um dos cineastas mais influentes dos últimos anos, por isso, não seria surpresa se ele inspirasse outros diretores.
      Abraço.

  13. Marcio Felizardo Rocha Miranda Says:

    Excelente crítica. Discordo do colega Matheus, esse filme é uma obra prima. Ótimo tecnicamente (apesar do pouco que sei) e um adorável entreterimento. Top 5 na minha vida.

    • Roberto Siqueira Says:

      Que legal Marcio!
      Este filme marcou a vida de muitas pessoas nos anos 90.
      Obrigado pelo comentário e um grande abraço.

  14. Matheus Says:

    Crítica muito boa e coerente com o filme, que é muito bom, mas nenhuma obra inesquecível da sétima arte, como muitos blogs falam por ai.

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