Bowie

Ele voltou para as estrelas. 😦

Vídeo publicado em 11 de Janeiro de 2016 por Roberto Siqueira

Videoteca do Beto: novas aquisições

Olá pessoal,

Abaixo as últimas novidades em DVD:

Star Wars Episódio I – A Ameaça Fantasma (1999)

Star Wars Episódio II – Ataque dos Clones (2002)

Star Wars Episódio III – A Vingança dos Sith (2005)

Operação Big Hero (2014)

E também as novidades em Blu-ray que vieram na última Black Friday:

A Pequena Sereia (1989)*

Planeta dos Macacos: A Origem (2011)

Universidade Monstros (2013)

Noé (2014)

Planeta dos Macacos: O Confronto (2014)

Uma Aventura Lego (2014)

*Como sempre, os filmes que chegaram depois de sua posição na ordem cronológica das críticas “Videoteca do Beto” serão assistidos e avaliados na medida do possível e serão encaixados na sequência da Videoteca.

Um abraço.

Videoteca 09Jan2016Texto publicado em 09 de Janeiro de 2016 por Roberto Siqueira

Balanço de 2015

Ano passado fui enfático ao dizer que 2014 foi o pior ano da história do Cinema & Debate. No entanto, esta afirmação empalidece diante do desempenho pífio que tive neste ano de 2015. Consegui a proeza de ficar 12 meses sem postar críticas, divulgar apenas 15 posts e concluir o ano com irrisórias 4 críticas divulgadas. Trata-se, portanto, de um ano perdido para o blog, ainda que o número de acessos tenha se mantido, o que me dá esperança e ânimo para 2016.

Obviamente, tudo isto tem motivo. O ano de 2015 foi um dos melhores e mais desafiadores de minha vida. Passei por mudanças importantes que me obrigaram a aprender muito e foquei boa parte do meu tempo numa nova etapa de minha vida profissional. Além disso, passei a ter ainda mais foco em meu estudo do idioma alemão e consegui dividir bem o tempo com minha família e amigos.

Só que algo saiu de controle durante o ano e percebo que está na hora de mudar de comportamento. Se por um lado aprendi e evolui muito em termos de política e aspectos sociais graças aos inúmeros debates que participei via redes sociais ou pessoalmente, por outro percebi que na maioria das vezes trata-se de uma discussão vazia e sem propósito, que toma grande parte do meu tempo, me cansa e não me traz nada de bom. E o que é pior, me afasta ainda mais do Cinema & Debate, um projeto pessoal que me faz tão bem. Não que eu tenha deixado de assistir filmes. Consegui assistir um bom número de filmes este ano, inclusive lançamentos no cinema, mas a escrita ficou em segundo plano, ao menos a escrita relacionada ao cinema. Está na hora de mudar isso.

Assim como em 2014, os números do site não espelham a minha ausência quase completa em 2015. O número de acessos e comentários continua crescendo e recebo solicitações de críticas com certa frequência. Ou seja, o blog continua vivo, pulsando e precisando retomar sua vida normal.

Terminei 2015 com a marca de 116 filmes assistidos (e alguns lançamentos na lista). Como de costume, conto cada filme uma vez só, mesmo que tenha repetido alguns deles durante o ano. Neste ano, tive o prazer de apresentar mais clássicos para o Arthur, com destaque para “O Mágico de Oz”, “Karatê Kid”, os universos “Star Wars” e “Harry Potter”, alguns heróis da Marvel como “Hulk” e o assustador “Tubarão”, que fez o pequeno saltar do sofá algumas vezes. Também pudemos assistir no cinema o novo filme do Bob Esponja e a obra-prima “Divertida Mente”, que encantou toda a família. O ano ficou marcado ainda pelo grande número de documentários que assisti, o que me fez ampliar a visão sobre temas extremamente espinhosos através de obras como “The True Cost”, “Kids for Cash” e “Winter on Fire”.

Em termos de críticas meu desempenho não existiu. Escrevi algumas críticas durante o ano, mas divulguei apenas 4 textos, o que faz de 2015 um ano difícil de ser superado em termos de desempenho negativo.

Espero que 2016 seja um ano bem melhor para o Cinema & Debate e para isso contarei novamente com a compreensão de minha amada esposa, o carinho dos meus filhos e a força dos familiares e amigos que gostam de debater cinema comigo, além é claro de vocês leitores, tão especiais e essenciais para a existência do blog.

Vamos então aos números oficiais do Cinema & Debate em 2015:

– 4 críticas divulgadas na Videoteca do Beto.

– Nenhum Filme Comentado transformado em crítica.

– Nenhuma Semana Especial.

Segundo dados do WordPress, os 5 textos mais acessados em 2015 foram:

            5° lugar = “Os Dez Mandamentos

            4° lugar = “Um Estranho no Ninho

            3° lugar = “2001 – Uma Odisséia no Espaço

            2° lugar = “A Missão

            1° lugar = “Um Sonho de Liberdade

Temos assim duas novidades no ranking e os três primeiros se mantém, apenas trocando posições.

E agora, a lista dos 116 filmes assistidos em 2015 com a cotação no tradicional formado das estrelinhas.

Um grande abraço, obrigado e que 2016 seja um ano cinematográfico para todos nós!

PS: Alguns filmes citados na lista terão suas críticas divulgadas em breve.

Balanço de 2015

Texto publicado em 05 de Janeiro de 2016 por Roberto Siqueira

Videoteca do Beto: novas aquisições

Olá pessoal,

Algumas novidades da Videoteca que não divulguei, coleções que ganhei e comprei em DVD no fim do ano passado (sim, 2014!). Ainda não decidi, mas é bem provável que cada uma delas se transforme numa Semana Especial.

Coleção Rocky Balboa (presente que ganhei de aniversário, obrigado mãe!)

Rocky, Um Lutador (1976)** – Crítica já divulgada na Videoteca

Rocky II – A Revanche (1979)*

Rocky III – O Desafio Supremo (1982)*

Rocky IV (1985)*

Rocky V (1990)*

Rocky Balboa (2006)** – Crítica já divulgada

Coleção Chaplin (a única oferta realmente interessante que encontrei na última Black Friday)

A coleção traz todos os filmes de Chaplin, sendo 13 longas-metragens e 65 curtas. Obviamente, não escreverei sobre os curtas, restando apenas os 7 longas que ainda não escrevi. Os outros 6 já tem críticas divulgadas.

O Casamento de Carlitos (1914)*

O Garoto (1921)** – Crítica já divulgada

Casamento ou Luxo (1923)*

Em Busca do Ouro (1925)** – Crítica já divulgada

O Circo (1928)** – Crítica já divulgada

Luzes da Cidade (1931)** – Crítica já divulgada

Tempos Modernos (1936)** – Crítica já divulgada

O Grande Ditador (1940)** – Crítica já divulgada

Monsieur Verdoux (1947)*

Luzes da Ribalta (1952)*

Um Rei em Nova York (1957)*

Festival Carlitos (1959)*

A Condessa de Hong Kong (1967)*

Coleção Woody Allen (presente de Natal que ganhei da família)

Bananas (1971)*

Tudo o que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo Mas Tinha Medo de Perguntar (1972)*

O Dorminhoco (1973)*

A Última Noite de Boris Grushenko (1975)*

Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)** – Crítica já divulgada na Videoteca

Interiores (1978)*

Manhattan (1979)*

Memórias (1980)*

Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão (1982)*

Zelig (1983)*

Broadway Danny Rose (1984)*

A Rosa Púrpura do Cairo (1985)*

Hannah e suas Irmãs (1986)*

A Era do Rádio (1987)*

Setembro (1987)*

A Outra (1988)*

Crimes e Pecados (1989)*

Simplesmente Alice (1990)*

Neblina e Sombras (1991)*

Melinda e Melinda (2004)

*Como sempre, os filmes que chegaram depois de sua posição na ordem cronológica das críticas “Videoteca do Beto” serão assistidos e avaliados na medida do possível e serão encaixados na sequência da Videoteca. Neste caso, provavelmente através de Semanas Especiais.

Um abraço.

Videoteca 15nov2015Texto publicado em 15 de Novembro de 2015 por Roberto Siqueira

REDS (1981)

(Reds)

4 Estrelas 

 

Videoteca do Beto #212

Dirigido por Warren Beatty.

Elenco: Warren Beatty, Diane Keaton, Jack Nicholson, Gene Hackman, Edward Herrmann, Maureen Stapleton, Paul Sorvino, Jerzy Kosinski, M. Emmet Walsh, Nicolas Coster, Bessie Love e Jerry Hardin.

Roteiro: Warren Beatty e Trevor Griffiths.

Produção: Warren Beatty.

Reds[Antes de qualquer coisa, gostaria de pedir que só leia esta crítica se já tiver assistido ao filme. Para fazer uma análise mais detalhada é necessário citar cenas importantes da trama].

Somente alguém do gabarito de Warren Beatty poderia viabilizar em plena Guerra Fria a produção de um épico sobre um jornalista que se envolveu diretamente na Revolução Bolchevique e que é ainda hoje o único norte-americano enterrado no Kremlin. No entanto, ainda que traga comentários mais ácidos sobre a natureza feroz do capitalismo aqui e ali, “Reds” acaba mesmo é utilizando o contexto político e a Revolução Russa de 1917 como pano de fundo para narrar uma cativante história de amor.

Escrito, dirigido e produzido pelo astro Warren Beatty, “Reds” acompanha a trajetória do casal John Reed (o próprio Beatty), um jornalista do periódico socialista “The Masses”, e Louise Bryant (Diane Keaton), uma mulher casada que decide fugir com ele de Portland para acompanhar as mudanças políticas e sociais onde elas estavam acontecendo. Juntos, eles acabam participando da Revolução Russa de 1917 e, inspirados, tentam trazer os mesmos conceitos para aplicá-los nos EUA e liderar uma revolução semelhante, lutando por direitos trabalhistas e, especialmente ela, por causas feministas, mas esbarram em disputas políticas que impedem a concretização de seus planos.

Influente e poderoso em Hollywood, Warren Beatty demonstrou coragem ao colocar em risco sua reputação para levar às telas uma história sobre um “herói comunista” em plena Guerra Fria e com os americanos totalmente contaminados pelo ódio aos “vermelhos”. O segredo para tal feito reside na inteligência do roteiro, que traz a trajetória de Reed sem pintá-lo como um mártir, apontando suas virtudes e defeitos e, de quebra, trazendo críticas ao capitalismo, mas também mostrando as contradições e os embates ideológicos de líderes do movimento socialista, o que equilibra a balança.

Com grande orçamento e competência para empregá-lo, Beatty e sua equipe técnica puderam realizar uma impressionante reconstituição de época, a começar pelo design de produção de Richard Sylbert, que nos transporta para a Rússia e os EUA do início do século XX tanto nas inúmeras cenas que se passam em locais fechados como nas locações, auxiliado pelos figurinos de Shirley Russell, que diferenciam os costumes de cada país e permitem ao espectador localizar-se facilmente. Enquanto isso, Vittorio Storaro fotografa as salas e porões em que os personagens se encontram quase sempre em cores opacas e nem mesmo a presença constante do vermelho confere mais vida aos locais, contrastando com o visual arrebatador das tomadas externas tanto no deserto banhado pelo sol como na gélida Rússia dominada pelo branco da neve, regressando ao visual sombrio na escuridão melancólica do hospital que recebe o ato final.

Locais FechadosDeserto banhado pelo solRússia dominada pelo branco da neve

Assim, não faltam imagens impactantes em “Reds”, como as belíssimas sequências que trazem o povo russo marchando com bandeiras nas ruas para tomar o poder ou a forte cena da chegada à Rússia, em que podemos ver junto com os personagens os perversos efeitos da guerra através da janela do trem com diversos soldados mutilados. Quase todas estas sequências são acompanhadas pela trilha sonora de Stephen Sondheim, que confere o tom épico através de belas composições e variações interessantes dos cânticos da Revolução Russa.

Numa escolha arriscada, Beatty e seus montadores Dede Allen e Craig McKay interrompem o andamento da narrativa para inserir constantemente entrevistas com personagens marcantes da história real que, ao surgir olhando diretamente para a câmera, buscam conferir um ar documental ao longa. Esta quebra de ritmo se intensifica no segundo ato quando “Reds” passa a investir mais no triangulo amoroso envolvendo Reed, Louise e Eugene O’Neill (Jack Nicholson) e deixa de lado os aspectos políticos, sinalizando que o foco estará mais no desenvolvimento daquela relação do que no desenrolar da Revolução.

Povo russo marchandoSoldados mutiladosEntrevistas com personagens marcantes

Não que a política não tenha importância na narrativa, já que as críticas ao capitalismo surgem em diversos diálogos de impacto, como fica claro logo na primeira aparição de Beatty em que seu personagem, com apenas uma palavra, resume a única coisa que interessa neste regime político. Por outro lado, as diversas discussões entre os integrantes do movimento socialista norte-americano demonstram que nem sempre a causa está à frente da sede pelo poder, algo que também podemos notar através da postura autoritária dos líderes da Revolução Russa diante de Reed, que agem com a mesma falta de humanidade daqueles que eles criticavam – o que nos leva à excepcional discussão de Reed com um deles num trem, confrontando o fanatismo do líder russo com o equilíbrio que John conseguiu ao longo dos anos.

No entanto, a força de “Reds” está muito mais em seus personagens do que na discussão política, o que é um prato cheio para os grandes atores de seu elenco. Mesmo com pouco tempo em tela, Jack Nicholson confere um cinismo marcante ao cético Eugene O’Neill, um personagem melancólico que parece esconder seu sofrimento sob aquela capa de ceticismo, enquanto nomes como Gene Hackman, Edward Herrmann e Paul Sorvino dão credibilidade aos seus respectivos personagens em suas raras aparições. Já Maureen Stapleton compõe Emma Goldman como uma ativista política que se torna quase como uma mãe para Reed, chegando a rivalizar com Louise em boa parte do tempo ao perceber que ela de fato havia fisgado o jornalista.

Casal com os mesmos ideais e maneiras distintas de lutar por eles, Reed e Louise possuem personalidades muito fortes e uma visão de mundo bem à frente de sua época, o que somado ao lado passional de ambos, acaba levando cada discussão ao extremo da emoção. Mas ainda que ideais políticos sejam sempre discutíveis, o que não dá para negar é a vontade de ambos de vivenciar a história sendo escrita, numa característica pungente de grandes jornalistas.

Cético EugeneMãe para ReedCasal com os mesmos ideaisCom suas expressões marcantes e o inegável carisma, Diane Keaton rouba a cena e transforma-se no destaque do elenco, seja em seus momentos de explosão ou apenas quando observa John, como em seus discursos inflamados que geram diferentes reações dela. Ardorosa defensora das causas feministas, Louise chama a atenção numa época em que as mulheres eram relegadas ao segundo plano, demonstrando coragem tanto para dar uma resposta sensacional ao senador que pergunta se ela acredita em Deus como para partir em busca do homem que ama, numa viagem extremamente perigosa e desgastante que traz um dos planos mais belos do longa, com Louise vestida de preto olhando para o horizonte e sentindo-se perdida ao saber que ele não estava mais na prisão finlandesa quando ela chega lá. Mas estes empecilhos não a impedem de ir atrás de Reed, não porque dependa dele, mas sim por que se preocupa com ele. Esta diferença básica é crucial para entender a força da personagem.

Responsável pelo famoso livro “Dez dias que abalaram o mundo”, John Reed é encarnado por Warren Beatty com paixão, algo notável em seus discursos empolgados como aquele em que incita a greve dos operários russos, captado com precisão pelo design de som que nos permite distinguir sua voz em meio à multidão que grita sem parar. Excelente jornalista, Reed acaba tornando-se obcecado pela causa revolucionária, o que eventualmente lhe faz deixar Louise de lado e esfria o relacionamento, levando ao distanciamento justamente por que ela, ao contrário da maioria das mulheres oprimidas da época, não ficaria ali esperando que ele lhe desse atenção. Esta personalidade forte de ambos acaba provocando a separação quase definitiva quando as fronteiras russas são cercadas com Reed em Moscou e Louise em Nova York, iniciando a odisseia de ambos que só terminará no emocionante reencontro na estação de trem após Reed salvar-se de um ataque dos contrarrevolucionários, numa bela cena muito bem conduzida por Beatty. A emoção genuína dela ao perder o companheiro (sem trocadilho) no hospital toca a plateia, justamente pela construção realista e extremamente humana daquele relacionamento.

Expressões marcantesIncita a greve dos operários russosAtaque dos contrarrevolucionários

Utilizando a Revolução Russa como pano de fundo, “Reds” narra uma épica história de amor, marcada por discussões, separações, desavenças, mas principalmente pela admiração e compreensão. Na tentativa de implantar sua ideologia e melhorar a sociedade em que estavam inseridos, Reed e Louise acabaram encontrando aquilo que mais vale a pena: pessoas especiais com quem compartilhar a experiência única que é viver.

Reds - foto 2Texto publicado em 20 de Setembro de 2015 por Roberto Siqueira

Videoteca do Beto #210 – Chinatown

Olá pessoal,

Como a crítica de “Chinatown” já tinha sido publicada como “Filmes em Geral #77”, somente adicionei em seu cabeçalho a classificação “Videoteca do Beto #210” (a última crítica da Videoteca era #209 “007 O Mundo não é o Bastante”) e desloquei o link para o menu Videoteca do Beto (lado direto, página inicial). Padronizarei as imagens na crítica assim que possível.

Um abraço.

Texto publicado em 13 de Julho de 2015 por Roberto Siqueira

Aquecendo as turbinas

Olá pessoal,

Não vou mentir, o Cinema & Debate quase acabou. Não que eu não tenha vontade de escrever mais ou que minha paixão pelo cinema tenha diminuído, mas o fato é que passei por uma fase de transição na vida que tomou grande parte do meu tempo e deixou o site em último plano. Para vocês terem uma ideia, só assisti 42 filmes neste ano, o que é uma marca risível se comparada aos anos anteriores.

Felizmente, minha vida está voltando aos eixos aos poucos. Estou conseguindo reequilibrar cada aspecto da minha vida pessoal e profissional e, devagar, vou encontrando espaço para assistir filmes e escrever novamente.

Espero voltar a postar críticas muito em breve e, inclusive, já tenho algumas escritas.

Só queria deixar isto claro e avisar que em breve vocês terão novidades.

Até lá, um forte abraço e ótimos filmes para vocês.

Texto publicado em 05 de Julho de 2015 por Roberto Siqueira

Cinema & Debate saindo do coma…

Aguardem.

Coming back soon

Texto publicado em 15 de Junho de 2015 por Roberto Siqueira

Videoteca do Beto: novas aquisições

Olá pessoal,

Abaixo o presentasso em Blu-ray que ganhei da minha amada esposa no meu aniversário:

Coração Valente (1995)** – Crítica já divulgada na Videoteca

Não tenho palavras para te agradecer, meu amor!

Mil beijos.

Videoteca 041Texto publicado em 25 de Janeiro de 2015 por Roberto Siqueira

Videoteca do Beto: novas aquisições

Olá pessoal,

Seguem novidades em DVD que eu deveria ter postado em 2014:

RoboCop – O Policial do Futuro (1987)*

Corra que a Polícia vem aí (1988)*

RoboCop 2 (1990)*

RoboCop 3 (1993)*

Amor sem Escalas (2009)

Tá Chovendo Hambúrguer (2009)

As Aventuras de Tintim (2011)

O Espetacular Homem-Aranha (2012)

RoboCop (2014)

A coleção Robocop foi presente de aniversário que ganhei da minha irmã e do meu cunhado. Obrigado Ká e Adans!

Videoteca 038

Em Blu-ray as novidades de 2014 foram:

Três Homens em Conflito (1966)** – Crítica já divulgada na Videoteca

Chinatown (1974)** – Crítica já divulgada

Todos os Homens do Presidente (1976)*

Reds (1981)*

Império do Sol (1987)*

Eu Sou a Lenda (2007)

Millennium – Os Homens Que Não Amavam As Mulheres (2011)

Missão Impossível – Protocolo Fantasma (2011)

O Artista (2011)

X-Men: Primeira Classe (2011)

007: Operação Skyfall (2012)

Argo (2012)

As Aventuras de Pi (2012)

Batman: O Cavaleiro Das Trevas Ressurge (2012)

Django Livre (2012)

O Voo (2012)

Gravidade (2013)

Invocação do Mal (2013)

*Como sempre, os filmes que chegaram depois de sua posição na ordem cronológica das críticas “Videoteca do Beto” serão assistidos e avaliados na medida do possível e serão encaixados na sequência da Videoteca.

Um abraço.

Videoteca 039Videoteca 040Texto publicado em 15 de Janeiro de 2014 por Roberto Siqueira