Posts Tagged ‘Fritz Lang’

O DESPREZO (1963)

23 setembro, 2010

(Le Mépris)

 

Filmes em Geral #12

Dirigido por Jean-Luc Godard.

Elenco: Brigitte Bardot, Michel Piccoli, Jack Palance, Fritz Lang e Giorgia Moll.

Roteiro: Jean-Luc Godard, baseado em romance de Alberto Moravia.

Produção: Georges de Beauregard e Carlo Ponti.

[Antes de qualquer coisa, gostaria de pedir que só leia esta crítica se já tiver assistido ao filme. Para fazer uma análise mais detalhada é necessário citar cenas importantes da trama].

Neste excelente “O Desprezo”, estrelado por Michel Piccoli e pela sex symbol da época Brigitte Bardot, Godard utiliza o relacionamento conturbado de um casal para mostrar, nas entrelinhas, seu modo de ver o cinema como arte ao mesmo tempo em que critica o cinema estritamente comercial.

O roteirista Paul Javal (Michel Piccoli) vai a Roma para trabalhar numa adaptação da obra “A Odisséia”, que contará com o diretor alemão Fritz Lang (interpretado pelo próprio Lang). Enquanto acerta os últimos detalhes para aceitar o trabalho e assinar o contrato, sua relação com sua bela esposa Camille (Brigitte Bardot) começa a desmoronar, principalmente após a aparição do produtor de cinema Jeremy Prokosch (Jack Palance).

O criativo e experimental Jean-Luc Godard já inicia “O Desprezo” inovando ao apresentar os créditos com sua própria voz, sem os tradicionais caracteres na tela. Mais contido que o habitual, o diretor ainda assim consegue criar planos interessantes, como durante uma conversa em que o casal Javal, sentado frente a frente, expõe a verdade quanto aos sentimentos de um pelo outro e a razão pela qual cada um está magoado. A câmera se movimenta de um lado para o outro horizontalmente, dando ao espectador a sensação de estar acompanhando um duelo entre os dois personagens. Depois desta discussão, eles saem de carro e Camille aparece envolvida pela escuridão, refletindo o sentimento de tristeza da personagem e revelando o bom trabalho do diretor de fotografia Raoul Coutard. Coutard e Godard também aproveitam muito bem a beleza estonteante da paradisíaca Ilha de Capri, criando planos belíssimos. Vale destacar ainda a cena em que Paul grita por Camille numa escadaria, já na ilha, em que Godard filma de muito longe, diminuindo o personagem na tela e, desta forma, refletindo sua pequena importância pra Camille naquele momento. Finalmente, o diretor francês utiliza a metalingüística para alfinetar os produtores de cinema, como podemos observar na cena em que todos estão na sala de projeção e o produtor diz que entende como os deuses se sentem. A crítica vem na frase de Fritz Lang: “não foram os deuses que criaram os homens, mas os homens que criaram os deuses”.

O excelente roteiro do próprio Godard é repleto de ácidos diálogos entre o casal principal, intercalados com críticas à figura do produtor que só pensa no lucro em detrimento da qualidade do espetáculo (“Quando ouço a palavra ‘cultura’ puxo o talão de cheques”, diz Prokosch). Ao mesmo tempo em que faz uma interessante análise sobre a natureza imprevisível das relações humanas, Godard mostra sua visão diferenciada sobre cinema e sua insatisfação com o cinema puramente comercial. Além disso, utiliza a história da Odisséia para traçar dois inteligentes paralelos. O primeiro é com a própria história de Paul e Camille, como fica evidente numa conversa entre Paul e Lang sobre Ulisses e Penélope, que claramente faz alusão à relação do casal. O segundo paralelo traçado fala a respeito da relação entre produtores (deuses) e diretores (homens), na citada cena da sala de projeção. O desprezo de Paul por Camille, agravado por sua brincadeira ousada com Francesca Vanini (Giorgia Moll), provocou a traição e o fim do desejo de sua esposa por ele e a narrativa consistente de Godard mostra este processo naturalmente. Mas Godard também quer falar, ainda que de forma sutil, sobre outro tipo de “desprezo”. É o desprezo dele próprio pela forma convencional de fazer cinema, em especial pela figura do produtor que favorece o dinheiro em detrimento da arte, como fica claro na conturbada relação entre produtor, diretor e roteirista exposta no longa.

A montagem dinâmica de Agnès Guillemot insere, em determinado momento, imagens já vistas anteriormente em forma de flashbacks, visando reforçar a curiosa narração em off dos personagens. Além disso, divide a narrativa claramente em três partes. Na primeira, a relação do casal começa a ter problemas graças ao convite de Prokosch, enquanto a segunda foca as discussões acaloradas do casal. Finalmente, o terceiro ato mostra o trágico desfecho deste conturbado relacionamento. A progressiva e lenta destruição do relacionamento do casal é pontuada ainda pela melancólica e tragicamente bela trilha sonora de Georges Delerue.

Entre as atuações, vale destacar Michel Piccoli, que se sai muito bem como Paul, com destaque para os duelos verbais com Bardot. Jack Palance interpreta o detestável Prokosch com elegância, enquanto Fritz Lang interpreta a si mesmo, o que obviamente facilita muito seu trabalho. Giorgia Moll complementa o elenco vivendo Francesca Vanini, que apesar da discreta participação, tem papel fundamental na briga do casal Javal. Mas quem rouba mesmo a cena é Brigitte Bardot, que exala sensualidade em praticamente todas as cenas em que aparece, mas também demonstra talento nos momentos dramáticos. Cínica e destemida, ela transmite com exatidão o quanto Camille está magoada com o marido, supostamente porque ele não demonstrou ciúme por ela. Tudo que Camille queria era que o marido demonstrasse que se importa com ela, como na primeira cena da ilha, quando Paul parece não se importar com sua saída com Prokosch. Repare como no momento em que diz “pode ir”, Godard dá um close em seu rosto, destacando sua frieza. O desprezo dele fez com que a paixão de Camille lentamente se esfriasse.

Godard aproveita muito bem a presença da principal musa da época para preencher o longa com diversos momentos repletos de sensualidade, seja através das constantes cenas de nudez total de Bardot, seja através do excepcional roteiro, como durante uma leitura de Paul sobre um diferente concurso ou na primeira conversa do casal deitado numa cama. Além disso, o erotismo sugerido e pouco explícito característico da nouvelle vague aparece, por exemplo, quando Bardot sai da banheira e deixa a toalha escapar mostrando parte das costas e coxas. Ousadia pura para a época, que também se fazia presente no roteiro, por exemplo, através dos palavrões de Camille numa discussão com Paul.

O lindo plano final que destaca o mar azul de Capri, seguido pela palavra “silêncio” gritada por Lang, reflete a sensação do espectador diante do trágico final de “O Desprezo”. O vazio que sentimos é por saber que aquela relação caminhava naturalmente para o final, assim como tantas outras que conhecemos, e nada podíamos fazer a respeito. Não bastasse este interessante estudo do relacionamento humano, o diretor ainda aproveitou para deixar, de forma sutil, sua crítica ao cinema convencional. Palmas pra ele.

Texto publicado em 23 de Setembro de 2010 por Roberto Siqueira

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M – O VAMPIRO DE DÜSSELDORF (1931)

6 agosto, 2010

(M)

 

Filmes em Geral #36

Filmes Comentados #25 (Comentários transformados em crítica em 06 de Janeiro de 2011)

Dirigido por Fritz Lang.

Elenco: Peter Lorre, Otto Wernicke, Gustav Grundgens, Friedrich Gnas, Theo Lingen.

Roteiro: Fritz Lang e Thea von Harbou.

Produção: Seymour Nebenzal (não creditado).

[Antes de qualquer coisa, gostaria de pedir que só leia esta crítica se já tiver assistido ao filme. Para fazer uma análise mais detalhada é necessário citar cenas importantes da trama].

O impressionante uso do som com função narrativa – e não apenas como reforço para as imagens que vemos na tela – é um dos grandes destaques deste magnífico “M – O Vampiro de Düsseldorf”, dirigido pelo mestre Fritz Lang, onde um simples assovio (um trecho da ópera “Peer Gynt”, de Edvard Grieg.) serve como aviso da aproximação do assassino. Além deste interessante detalhe, de uma narrativa cativante e uma atuação antológica, o longa ainda alertava de maneira sutil para algo que aconteceria pouco tempo depois na Alemanha e que mancharia eternamente a história da humanidade.

Uma onda de crimes assola a pequena cidade alemã de Düsseldorf, chamando a atenção da polícia. A população fica em estado de alerta quando suas crianças começam a desaparecer e, pior do que isso, ao descobrir que elas estão sendo assassinadas por um misterioso assassino conhecido como “M” (Peter Lorre). Paralelamente, os criminosos locais, incomodados com as constantes batidas da polícia em busca do assassino, resolvem se organizar para encontrá-lo.

Fritz Lang utilizou a história real de um assassino de crianças como metáfora para o nascimento de um monstro chamado nazismo, mostrando como a sociedade pode se organizar de diversas formas, seja para fazer o bem, seja para fazer o mau, além ilustrar os perigos de um regime ditatorial (e o futuro lhe daria razão, com a ascensão do partido nazista ao poder na Alemanha, que provocou a saída de Lang do país). “M – O Vampiro de Düsseldorf” alerta para isto de maneira sutil, com os bandidos e os policiais agindo de maneira parecida e a sociedade se organizando para combater o “inimigo público”, no caso, o assassino de crianças interpretado brilhantemente por Peter Lorre. Repare como a reunião dos policiais para discutir o caso é propositalmente intercalada com a reunião dos criminosos, e a semelhança entre aqueles dois grupos não é mera coincidência. A forma de se vestir, o alto tom de voz durante a conversa e os cigarros espalhando fumaça pela sala mostram que aqueles grupos são os dois lados de uma mesma moeda. Além disso, o longa apresenta, através de seu visual estilizado e sua atmosfera sombria, o mal estar que rondava a Alemanha na época. Mas Lang não demonstra sutileza apenas nesta questão do nazismo, sendo elegante, por exemplo, ao não mostrar o assassinato da garota, sugerindo o trágico destino daquela criança através do plano com o balão (comprado pelo assassino de presente pra ela) preso aos fios e a bola jogada no chão.

Tecnicamente, vale ressaltar ainda o uso carregado do contraste entre luz e sombras adotado pela excelente direção de fotografia, perceptível, por exemplo, quando “M” está acuado e em seu julgamento. Observe também como no momento em que a garota bate a bola no anúncio do assassino, a sombra do rosto dele indica sua presença – este uso da sombra é característico do movimento expressionista. É justamente através deste visual carregado que o longa cria a atmosfera perfeita e suga o espectador pra dentro daquele ambiente perigoso e hostil.

Todo este clima nebuloso é coroado por um vilão incrivelmente assustador, interpretado pelo excelente Peter Lorre. Sua atuação como o assassino Becker é impressionante, demonstrando toda a ambigüidade do personagem em seu inflamado discurso final. Ele sabe que está errado, mas não consegue conter o impulso, revelando-se um ser humano falho, como todos nós, mas tragicamente incapaz de se regenerar. Em dois momentos, Becker se vê acuado e Lorre demonstra claramente em seu rosto o desespero do personagem. O primeiro, quando sabe que seu esconderijo será fatalmente descoberto pelos criminosos que se aproximam, e o segundo – o melhor momento do longa – quando é “julgado” pelo grupo de criminosos num local de onde não pode fugir. Sua angústia diante daquelas faces raivosas e sedentas por vingança é praticamente palpável graças ao talento de Lorre. E é interessante (e irônico) notar como as pessoas, quando envolvidas numa multidão, rapidamente se transformam e passam a agir da mesma maneira que condenam, como quando um homem é acusado injustamente de ser o assassino e é cercado por diversas pessoas que desejam o seu fim e quando Becker é confrontado por todos aqueles criminosos que desejam a sua morte. No segundo caso, temos uma explicação plausível, já que aquele grupo é formado exclusivamente por criminosos, mas no primeiro caso esta “desculpa” não se aplica. Desta forma, Lang demonstra como a sociedade pode se comportar de maneira surpreendente e ambígua. O futuro daquela sociedade alemã, destruída após o fim da primeira guerra, mostraria que o ser humano é capaz de coisas terríveis, pois ainda que muitos não concordassem com as práticas nazistas, os alemães (e não só eles, mas todas as pessoas envolvidas naquele trágico período da humanidade) cometeram pelo menos um grave crime, que é o crime da omissão. Além de todas as qualidades citadas, “M – O Vampiro de Düsseldorf” foi o primeiro filme a falar abertamente sobre um “serial killer”, tema este que seria abordado exaustivamente em Hollywood, muitos anos depois.

O mestre Fritz Lang acertou novamente com este excelente “M – O Vampiro de Düsseldorf”, que além de ousar tecnicamente utilizando o som com função narrativa, abordou uma temática complicada com extrema coragem, realizando uma obra de enorme importância para a história do cinema.

PS: Comentários divulgados em 06 de Agosto de 2010 e transformados em crítica em 06 de Janeiro de 2011.

Texto atualizado em 06 de Janeiro de 2011 por Roberto Siqueira

METROPOLIS (1927)

5 agosto, 2010

(Metropolis)

 

 

Filmes em Geral #35

Filmes Comentados #24 (Comentários transformados em crítica em 06 de Janeiro de 2011)

Dirigido por Fritz Lang.

Elenco: Alfred Abel, Gustav Fröhlich, Brigitte Helm, Rudolf Klein-Rogge, Fritz Rasp, Theodor Loos, Heinrich George e Erwin Biswanger.

Roteiro: Fritz Lang e Thea von Harbou, baseado em livro de Thea von Harbou.

Produção: Erich Pommer.

[Antes de qualquer coisa, gostaria de pedir que só leia esta crítica se já tiver assistido ao filme. Para fazer uma análise mais detalhada é necessário citar cenas importantes da trama].

Grande obra-prima do expressionismo alemão, “Metropolis” utiliza seu visual esplendoroso e sua história cativante para debater, ainda nos anos 20, a questão da desigualdade social, escancarando os problemas do capitalismo. Dirigido pelo brilhante Fritz Lang, o longa estabeleceu o padrão visual para o gênero ficção-científica, misturando com muita competência todo este visual estilizado às características do cinema expressionista.

Metropolis é uma mega cidade no ano de 2026 onde os poderosos vivem na superfície enquanto os operários trabalham duramente para manter o funcionamento local na chamada “cidade dos operários”, localizada na base daquela enorme estrutura. O governador local, Joh Fredersen (Alfred Abel), solicita ao inventor Rotwang (Rudolf Klein-Rogge) o desenvolvimento de um robô, buscando substituir o trabalho humano no futuro. Paralelamente, Maria (Brigitte Helm), uma espécie de líder espiritual, fala aos operários sobre a vinda de um mediador que irá salvá-los e pede que eles evitem o uso da violência. Mas o robô de Rotwang assumirá a forma de Maria para semear a discórdia entre eles. Só que Joh não imaginava que seu filho Freder Fredersen (Gustav Fröhlich) se apaixonaria por Maria.

Em “Metropolis”, Fritz Lang apresenta um visual assombroso, que definiu os padrões do gênero ficção-científica, entrelaçando arranha-céus (que na época praticamente inexistiam na Alemanha), ruas apertadas e carros voadores, aplicando a regra básica do expressionismo, onde o visual imponente dos prédios sufoca o espectador, transmitindo a angústia da vida naquela grande cidade e o sofrimento dos pobres trabalhadores que sustentavam aquela sociedade. E é interessante notar como o aspecto físico tem função narrativa, já que os operários, localizados no nível mais baixo de Metropolis, de fato sustentavam a fatia rica da cidade com seu trabalho duro. A arquitetura, aliás, tem função narrativa em praticamente todos os filmes do expressionismo. “Descer” fisicamente realmente significava ser rebaixado, estar abaixo na pirâmide social. Assim como a descida ao banheiro em “A Última Gargalhada” significava a queda do porteiro, a descida ao porão em “Nosferatu” significava a descoberta do caixão onde repousava o mau e a descida forçada do prédio onde se escondia representava a captura e prisão do criminoso em “M – O Vampiro de Dusseldorf”, em “Metropolis” a descida à cidade dos operários significava ser rebaixado na escala social, o que justifica o desespero de Josaphat (Theodor Loos) quando é despedido por Joh Fredersen.

As atuações em “Metropolis” são exageradas e caricatas, em parte porque no período era assim que se atuava, até pela dificuldade da falta do som (e da voz), mas muito por causa das características do expressionismo, que buscava externar de forma marcante os sentimentos dos personagens. Mas existe uma exceção. Maria, a pacífica líder espiritual dos operários, é interpretada com muito charme por Brigitte Helm, que também faz o papel do robô criado pelo cientista Rotwang a pedido de Joh Fredersen. Note a diferença na expressão de Helm quando interpreta o robô, sempre mais caricata, e quando interpreta Maria, com traços mais suaves no rosto.

Fritz Lang conduz com maestria as empolgantes seqüências da revolta dos operários, nos levando numa viagem pelas entranhas daquela gigantesca cidade, guiados pelo numeroso elenco de figurantes (36 mil, um número muito acima dos padrões da época e que ainda hoje pode ser considerado digno de superproduções). Destaque para a impressionante cena da inundação da casa das máquinas (outro cenário magnífico do longa) e para o encontro final entre os operários e a classe rica da cidade. Já a magnífica cena em que Freder tem uma alucinação e vê a máquina engolindo os operários simboliza a angústia daqueles homens de vida sofrida, algo bastante característico do expressionismo. Momentos antes, quando Freder observa aqueles operários mantendo a máquina a todo vapor, Lang cria uma metáfora inteligente para a integração homem-máquina, como se aqueles operários fizessem parte da estrutura daquela máquina, ou seja, como se fossem as veias que permitiam o funcionamento daquele enorme sistema. O curioso é que o futuro imaginado por Lang não está tão distante da realidade de hoje, tanto nas grandes corporações como nas próprias sociedades espalhadas pelos países mundo afora, onde a massa trabalhadora sustenta a fatia menor e mais rica da sociedade, que desfruta as regalias do poder. Felizmente, ainda não temos o robô, que era a esperança de Joh para substituir o trabalho humano e, desta forma, conseguir manter as máquinas sempre em funcionamento sem depender dos operários. Mas certamente muitos empresários ainda sonham com isso.

A bela mensagem deixada por “Metropolis” (o cérebro e as mãos se encontram através do coração) fecha com chave de ouro esta obra-prima do cinema. Fritz Lang, antes de deixar a Alemanha, brindou os cinéfilos com este presente magnífico, que impressiona pela qualidade técnica e pela temática, que ainda hoje, mais de oitenta anos depois, continua atual.

PS: Comentários divulgados em 05 de Agosto de 2010 e transformados em crítica em 06 de Janeiro de 2011.

Texto atualizado em 06 de Janeiro de 2011 por Roberto Siqueira

Semana: Expressionismo Alemão

1 agosto, 2010

Nesta semana divulgarei comentários a respeito de cinco grandes filmes do expressionismo alemão. Quero deixar claro que a lista não pretende, de forma alguma, listar os filmes mais importantes do período. Trata-se apenas de uma seleção de filmes que me agradaram neste importante movimento da história do cinema. Aproveito também para lançar a página “Expressionismo Alemão”, que você pode acessar na página inicial (lado direito da tela), onde faço um pequeno resumo sobre este movimento e descrevo suas principais características.

Antes de assistir os filmes é importante conhecer o movimento e quais eram suas características para que possa apreciar estas obras em toda sua plenitude. Portanto, recomendo a leitura da página e dos textos indicados nela.

Espero que gostem.

Um abraço.

Texto publicado em 01 de Agosto de 2010 por Roberto Siqueira