Balanço de 2016

Se 2015 foi até agora o pior ano da história do blog em termos de produção, 2016 marcou o início da recuperação. Em termos de críticas divulgadas, a recuperação foi bem lenta, especialmente por que tive pouco tempo para a escrita, até por que viajei demais, tanto a trabalho quanto a lazer (o que é muito bom). Além disso, o ano marcou minha consolidação em meu novo desafio profissional e minha reaproximação de amigos e familiares que andava tendo pouco contato, além da ressurreição definitiva do meu time de coração que “roubou” tempo nas quartas e domingos da caminhada para o eneacampeonato nacional. O blog pagou o preço, infelizmente, e de cara a missão de 2017 é equilibrar melhor tudo isso.

Por outro lado, consegui reduzir consideravelmente os inúteis debates via redes sociais sobre aspectos políticos e sociais e passei a focar este tipo de discussão mais entre pessoas próximas, o que é bem mais interessante e produtivo. Estas mudanças (e a santa Netflix!) me permitiram aumentar consideravelmente o número de filmes assistidos durante o ano, estabelecendo meu novo recorde pessoal e quebrando uma marca que já durava 5 anos, o que é motivo de grande satisfação e orgulho diante de tantos desafios.

Assim como em quase todos os anos, os números do site não espelham a minha ausência, mantendo um bom ritmo de crescimento no número de acessos e comentários e trazendo novos e queridos leitores a todo instante. Aparentemente, o Cinema & Debate está cada vez mais consolidado, dependendo apenas de mim mesmo para decolar.

Agora registrando meu novo recorde, 2016 me permitiu assistir 169 filmes (contra 167 em 2011), alguns no cinema e muitos graças a citada Netflix. Como de costume, conto cada filme uma vez só, mesmo que tenha repetido alguns deles durante o ano. Desta vez, tive a felicidade de apresentar clássicos para o Arthur e também para o Raul, com destaque para a trilogia “De Volta para o Futuro”, que obviamente encantou ambos por razões diferentes, além de “Fantasia”, “Fantasia 2000” e dos divertidos “Jumanji”, “O Grinch” e “Labirinto – A magia do tempo” (com o eterno David Bowie, que infelizmente nos deixou). No cinema não tivemos tanta sorte como em 2015, assistindo filmes como “O Bom Dinossauro” e “Pets – A vida secreta dos bichos” (não conseguimos assistir “Rogue One”). Entre os bons filmes que assisti na Netflix, destaco “7 años”, “Amanda Knox”, “A ponta de um crime”, “ARQ”, “Hardcore: Missão extrema”, “Blue Jay”, “Ilegal” e “Cartel Land” (e já deixo uma dica que assisti em 2017, “O invasor americano”).

Em termos de críticas meu desempenho evoluiu bem pouco, mas ao menos consegui divulgar 17 críticas e praticamente concluir os filmes do ano de 1999 da Videoteca, faltando apenas uma crítica que escrevi e não divulguei por conta de uma fratura na mão que me impediu de captar as imagens como gostaria (na realidade fraturei 4 ossos da mão direita e sigo em recuperação).

Mais uma vez, espero que o novo ano seja melhor para o Cinema & Debate e principalmente para o mundo, tendo em vista que 2016 marcou um retrocesso poucas vezes visto em tempos recentes até mesmo no continente que é referência para mim em termos de sociedade e qualidade de vida (claro que me refiro a Europa social democrática). Para continuar a retomada do Cinema & Debate, a compreensão e o amor da minha família, o apoio dos amigos e o carinho de vocês leitores continuarão sendo meus pilares.

Vamos então aos números oficiais do Cinema & Debate em 2016:

– 17 críticas divulgadas na Videoteca do Beto.

– 1 Filme Comentado transformado em crítica (“Rocky Balboa”).

– Uma Semana Especial (“Especial Rocky Balboa”).

Segundo dados do WordPress, os 5 textos mais acessados em 2016 foram:

5° lugar = “Um Estranho no Ninho

4° lugar = “2001 – Uma Odisséia no Espaço

3° lugar = “As duas faces de um crime

2° lugar = “A Missão

1° lugar = “Um Sonho de Liberdade

Desta vez temos apenas uma novidade no ranking e já em terceiro lugar. Os dois primeiros se mantém.

E agora, a lista dos 169 filmes assistidos em 2016 com a cotação no tradicional formado das estrelinhas.

Um grande abraço, obrigado e que 2017 seja um ano cinematográfico para todos nós!

 

balanco-de-2016

Texto publicado em 09 de Janeiro de 2017 por Roberto Siqueira

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